Uma adolescente engravida e é rejeitada pela família, que a envia para o convento de Roscrea, onde recebe ajuda das freiras que lhe consentem que veja o filho uma hora por dia, a troco do trabalho que lhes presta.
Com três anos de idade, a criança é adotada por uma família americana. É a história da busca desta mãe que, inconformada, passa cerca de cinquenta anos a procurá-la.
O filme é realizado por Stephen Frears, que está nomeado para dois Oscares e baseia-se numa história veridica. Conta com uma actriz fabulosa, Judi Dench já oscarizada e por seis vezes nomeada, a qual contracena com Steve Coogan, um actor que eu desconhecia, mas que soube encontrar o seu lugar. Este é o guião e a ficha técnica básica.
O produto final é um belo filme sobre o perdão, que aborda um certo catolicismo irlandês, o pecado e a sua expiação e uma moral hipócrita que está longe de ter sido ultrapassada.
É uma película contida, que emociona e faz sorrir, que não cede à tentação do miserabilismo e que confirma, uma vez mais, uma enorme actriz e um grande realizador.
A não perder!


Já estava interessada, até porque sou muito fã da Judi Dench, agora ainda fiquei mais. Vou vê-lo um dia destes.