Havia nele a máxima tensão
Como um clássico ordenava a própria força
Sabia a contenção e era explosão
Não era só instinto era ciência
Magia e teoria já só prática
Havia nele a arte e a inteligência
Do puro e sua matemática
Buscava o golo mais que golo – só palavra
Abstracção ponto no espaço teorema
Despido do supérfluo rematava
E então não era golo – era poema.

Que justo prémio:
O Rei é enterrado em Dia de Reis!
Sou adepto portista, mas EUSÉBIO, merece que o seu corpo desça à terra em DIA DE REIS!
Poema de Mário Soares sobre EUsébio:
http://www.youtube.com/watch?v=gl-kQHtdF fg&feature=c4-overview&list=UU_HXVo6aCGIMtsEjV-5xBLA
Que justo prémio:
O Rei é enterrado em Dia de Reis!
Sou adepto portista, mas EUSÉBIO, merece que o seu corpo desça à terra em DIA DE REIS!
Eusébio não partiu como se vê pela multidão
É um até já, que vai ao céu ensinar a jogar
Leva nos pés, um Portugal banhado em emoção
E no frágil coração, a humildade enaltecida pela Nação
Kanimambo, Patrícia.
Pobre Eusébio! Dispensaria bem o tremoço, perdão!, a homenagem deste agente técnico do poema.