Dantes vinha nos jornais: “De casa dos seus pais desapareceu…” Agora devia vir “De São Bento desapareceu…” deste nem ao menos se pode dizer que desapareceu em combate..
E servem. São mesmo muito úteis. Sejam sob formas medianas, (da) moda… Bem, com as desviadas padrão a coisa complica-se um pouco… digo eu. :)))
Se o diz…
(dei tantos erros nos comentários anteriores que me retiro pedindo desculpas…)
:))
Nada de mais…
Bolas…Aquele sejam até me arrepela!
:)))
Foi como eu. Ficámos os dois arrepelados.
Acho que o ruído de fundo do R.Santos teve influência rsrsr E agora vai começar o Eixo. Não sei se me fará mal rsrsrs
:)))
Esses é que são maus. Em tudo.
Diz que é uma espécie de Ministro. Já com o da Agricultura é a mesma coisa. O melhor é não se dizer a ninguém, já que tudo indica que essas altas e invisíveis personalidades repousam no limbo do segredo de Estado.
Eheheheheheh. Muito muito MUITO bom!
(vai com exclamação e tudo!)
Pareces animado, hoje. Já reflectiste, compadre?
Tenho andado a reler os programas dos partidos, compadre. Sobretudo o do POUS. Anima qualquer um.
Não sei se tens reparado, mas ando a manter acalorados diálogos com duas camaradas do POUS, no teu ‘post’ sobre o dito cujo!
Bem vejo, bem vejo. Prova evidente de que a nossa popularidade é imparável.
“Ministro do Ambiente desde 2005”
Ai é? Ainda não tinha dado por isso.
Deixe lá que não é o único.
E Ministro da Cultura, ainda temos?
Não. Saiu à procura do ministro do Ambiente e nunca mais foi visto.
Dantes vinha nos jornais: “De casa dos seus pais desapareceu…” Agora devia vir “De São Bento desapareceu…”
deste nem ao menos se pode dizer que desapareceu em combate..
Se calhar, o ministro do Ambiente desapareceu na floresta. Foi o Lobo Mau!
O lobo mau, esse animal feroz?
Esse mesmo. Qualquer dia damos com ele num ‘pic-nic’ numa clareira, a comer o lanche da menina do capuchinho vermelho.
O animal feroz a comer a menina??? Ai ai ai ai ai…..
Incerteza é saber se ele foi realmente ministro.
Diz que sim…
Ai ai
A reflexão dá-lhes para ficarem mauzinhos. Já não se pode ser uma variável discreta…
:)))))))))
Por falar na variável discreta: que é feito dela, que há que tempos não a vejo?…
Terá ido com a variável contínua?
Ou numa onda de medidas de dispersão?
:)))
Contínua? E eu a pensar que ela era servente…
E servem. São mesmo muito úteis. Sejam sob formas medianas, (da) moda… Bem, com as desviadas padrão a coisa complica-se um pouco… digo eu.
:)))
Se o diz…
(dei tantos erros nos comentários anteriores que me retiro pedindo desculpas…)
:))
Nada de mais…
Bolas…Aquele sejam até me arrepela!
:)))
Foi como eu. Ficámos os dois arrepelados.
Acho que o ruído de fundo do R.Santos teve influência rsrsr
E agora vai começar o Eixo. Não sei se me fará mal rsrsrs
:)))
Esses é que são maus. Em tudo.
Diz que é uma espécie de Ministro.
Já com o da Agricultura é a mesma coisa.
O melhor é não se dizer a ninguém, já que tudo indica que essas altas e invisíveis personalidades repousam no limbo do segredo de Estado.
Ao lado do ministro da Cultura?
Acabei de comentar o mesmo. Grande sintonia geminiana 🙂
Ninguém diria que somos gémeos…
Fazem todos anos em Junho?
Quero saber. Gosto de mandar flores.
:)))))
Pode entregá-las em mão?
eheheh
A etiqueta é que está errada, João. Devia ser “disto nunca houve”. Que nós soubéssemos, pelo menos.
Tem razão, Ana. Se houve, foi um dia, no máximo: o dia do empossado.