Esta frase mostra a nossa encantadora democracia. As pessoas de bem fazem exactamente o contrário. Afinal, tiram as reformas aos aos que já pouco têm e Alberto João Jardim dá-se ao luxo de acumular. Cada povo tem aquilo que merece. Não foi o povo que lá o pôs?
– Bom dia, Sr. Primeiro-ministro, -Quem, eu? – Sim, o senhor que está aí sentado em S. Bento, – Quem fala? – Sou eu, a voz do povo. Temos soluções muito boas para a saída da crise, para o crescimento económicas, para o aumento das exportações, para a diminuição da taxa de desemprego. Está interessado? – Estou! – Então tenha ouvir a voz do povo que já está quase falido. Não traga os seus seguranças e venha ver como se sobrevive com uma reforma de 200 euros.
Esta frase mostra a nossa encantadora democracia. As pessoas de bem fazem exactamente o contrário. Afinal, tiram as reformas aos aos que já pouco têm e Alberto João Jardim dá-se ao luxo de acumular. Cada povo tem aquilo que merece. Não foi o povo que lá o pôs?
– Bom dia, Sr. Primeiro-ministro,
-Quem, eu?
– Sim, o senhor que está aí sentado em S. Bento,
– Quem fala?
– Sou eu, a voz do povo. Temos soluções muito boas para a saída da crise, para o crescimento económicas, para o aumento das exportações, para a diminuição da taxa de desemprego. Está interessado?
– Estou!
– Então tenha ouvir a voz do povo que já está quase falido. Não traga os seus seguranças e venha ver como se sobrevive com uma reforma de 200 euros.