2 comentários em ““Gorduras do Estado” (89)”

  1. Esta frase mostra a nossa encantadora democracia. As pessoas de bem fazem exactamente o contrário. Afinal, tiram as reformas aos aos que já pouco têm e Alberto João Jardim dá-se ao luxo de acumular. Cada povo tem aquilo que merece. Não foi o povo que lá o pôs?

  2. – Bom dia, Sr. Primeiro-ministro,
    -Quem, eu?
    – Sim, o senhor que está aí sentado em S. Bento,
    – Quem fala?
    – Sou eu, a voz do povo. Temos soluções muito boas para a saída da crise, para o crescimento económicas, para o aumento das exportações, para a diminuição da taxa de desemprego. Está interessado?
    – Estou!
    – Então tenha ouvir a voz do povo que já está quase falido. Não traga os seus seguranças e venha ver como se sobrevive com uma reforma de 200 euros.

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