Percebo-te, mas essas são as regras da democracia… recusar uma escolha é permitir ainda mais que escolham por nós, não é? Enfim, eu sei que tens razão, o jogo está demasiadamente viciado para ignorarmos esse facto.
Será um dia destes, prometo-te, tema de fundo aqui no blogue, onde nunca foi abordado senão pela rama e de forma envergonhada. A política que temos e que se faz assenta num pensamento demasiado condicionado, diria mesmo asfixiado, que não arrisca fora do seu campo. E é pena, porque toda a discussão dentro dessas quatro linhas (estou a correr para ir ver o Portugal-Suécia) retira toda a nobreza que devia assistir à palavra delito. No fim até poderemos não concordar, mas será certamente um exercício de saudável marginalidade. Assim o fosse mais o nosso DO. Um beijo
Venha de lá o delito da marginalidade que será muito bem-vindo. Este é o espaço certo para ele, afinal. E boa sorte para todos nós, pelo menos no futebol…
Ora aí está o que eu penso dos consensos em versão pictórica e ligeira.
Muito bem esgalhado, Fernando. O povo tem sempre razão.

Obrigado, Ana. Mas olha: se o povo tivesse sempre razão escolheria melhor quem manda e já não teria de ficar zangado…
O povo só pode escolher entre quem lhe aparece como candidato, Fernando… e quantas vezes os melhores estão fora desse lote?
Completamente de acordo, Ana! Completamente. Daí ter pensado neste gesto como destinado a todo um sistema que se reproduz excluindo os melhores.
[dito de outra maneira talvez o Zé não devesse ter escolhido sequer já que não tinha melhores para escolher]
Percebo-te, mas essas são as regras da democracia… recusar uma escolha é permitir ainda mais que escolham por nós, não é? Enfim, eu sei que tens razão, o jogo está demasiadamente viciado para ignorarmos esse facto.
Será um dia destes, prometo-te, tema de fundo aqui no blogue, onde nunca foi abordado senão pela rama e de forma envergonhada. A política que temos e que se faz assenta num pensamento demasiado condicionado, diria mesmo asfixiado, que não arrisca fora do seu campo. E é pena, porque toda a discussão dentro dessas quatro linhas (estou a correr para ir ver o Portugal-Suécia) retira toda a nobreza que devia assistir à palavra delito. No fim até poderemos não concordar, mas será certamente um exercício de saudável marginalidade. Assim o fosse mais o nosso DO. Um beijo
Venha de lá o delito da marginalidade que será muito bem-vindo. Este é o espaço certo para ele, afinal.
E boa sorte para todos nós, pelo menos no futebol…
Ora aí está o que eu penso dos consensos em versão pictórica e ligeira.