E a Rosa Montero vai amanhã para o correio, deve chegar na quinta! Nem sei para onde me voltar! Pedro, palpites para o Man Booker? O Tóibín ou a Jhumpa Lahiri? Ou nenhum dos dois? A Lahiri, com o seu primeiro livro “Intérprete de Enfermidades” (contos), venceu o Pulitzer e o Pen/Hemingway em 2000. Já o li há imenso tempo, mas lembro-me que gostei. Antonieta
Não tenho palpites, Antonieta. Quem anda com pontaria infalível é o José Mário Silva, como já ficou demonstrado com o Nobel. E o Pedro Mexia também acertou.
Eleanor Catton, a mais jovem (28 anos) vencedora de sempre, e o livro mais longo (832 pags). Bolas, acho que nem em 2015 o vou comprar!!! Pois é, o Pedro Mexia tinha sugerido a Munro ou a Marías, e nos poetas o Bob Dylan. Mas hoje discute-se é o Orçamento e o Futebol, ninguém quer saber do Booker nem sequer da Agustina que faz hoje 91 anos. Até amanhã. Antonieta
Nem eu sabia, Antonieta: estou a saber agora, por si. Confesso que também não me sinto muito inclinado a mergulhar num livro tão longo, por muito premiado que seja. Com tantos outros ainda por ler…
Pedro, a minha micro biblioteca às vezes dá-me algumas alegrias: então não é que fui descobrir numa das poucas Grantas que tenho um conto de 20 pags da Catton? Chama-se “Two Tides” e está na pag. 17 da Granta nr. 106, de 2009. Este vou ler, sempre são menos 812 páginas! Mas só amanhã… 🙂 Antonieta
Perdóname Javier Marías ter posto um “a” antes do teu nome. Pero, como bem sabes, Todas las Almas se enganam, às vezes. 😉 Antonieta
Pensava que dos seis títulos traduzidos de Alice Munro apenas o último dela, publicado em 2012 e traduzido como “Amada vida”, ainda não lera. Afinal eis outro dos mais antigos que também me está em falta, este ganhou o prémio Governor General’s for fiction em 1986, o maior galardão literário do Canada, das obras publicadas ao longo de um ano e de que Munro já conquistou três. Tenho lido dela apenas as publicações da última década e meia e tenho uma compilação de contos mais antigos. Penso que chegou o momento de começar a conhecê-la em Português, língua que domino bem melhor que o Inglês.
Comprei hoje o Amada Vida e o Demasiada Felicidade.
Este vai ter que esperar…
🙂
Antonieta
Grande empreitada, Antonieta.
E a Rosa Montero vai amanhã para o correio, deve chegar na quinta!
Nem sei para onde me voltar!
Pedro, palpites para o Man Booker?
O Tóibín ou a Jhumpa Lahiri? Ou nenhum dos dois?
A Lahiri, com o seu primeiro livro “Intérprete de Enfermidades” (contos), venceu o Pulitzer e o Pen/Hemingway em 2000.
Já o li há imenso tempo, mas lembro-me que gostei.
Antonieta
Não tenho palpites, Antonieta. Quem anda com pontaria infalível é o José Mário Silva, como já ficou demonstrado com o Nobel. E o Pedro Mexia também acertou.
Eleanor Catton, a mais jovem (28 anos) vencedora de sempre, e o livro mais longo (832 pags).
Bolas, acho que nem em 2015 o vou comprar!!!
Pois é, o Pedro Mexia tinha sugerido a Munro ou a Marías, e nos poetas o Bob Dylan.
Mas hoje discute-se é o Orçamento e o Futebol, ninguém quer saber do Booker nem sequer da Agustina que faz hoje 91 anos.
Até amanhã.
Antonieta
Nem eu sabia, Antonieta: estou a saber agora, por si.
Confesso que também não me sinto muito inclinado a mergulhar num livro tão longo, por muito premiado que seja. Com tantos outros ainda por ler…
Pedro, a minha micro biblioteca às vezes dá-me algumas alegrias: então não é que fui descobrir numa das poucas Grantas que tenho um conto de 20 pags da Catton?
Chama-se “Two Tides” e está na pag. 17 da Granta nr. 106, de 2009.
Este vou ler, sempre são menos 812 páginas!
Mas só amanhã…
🙂 Antonieta
Perdóname Javier Marías ter posto um “a” antes do teu nome.
Pero, como bem sabes, Todas las Almas se enganam, às vezes.
😉
Antonieta
Pensava que dos seis títulos traduzidos de Alice Munro apenas o último dela, publicado em 2012 e traduzido como “Amada vida”, ainda não lera.
Afinal eis outro dos mais antigos que também me está em falta, este ganhou o prémio Governor General’s for fiction em 1986, o maior galardão literário do Canada, das obras publicadas ao longo de um ano e de que Munro já conquistou três. Tenho lido dela apenas as publicações da última década e meia e tenho uma compilação de contos mais antigos.
Penso que chegou o momento de começar a conhecê-la em Português, língua que domino bem melhor que o Inglês.
Julgo que não se arrependerá, Carlos. As traduções recomendam-se: são de grande qualidade.