A garantia de uma segunda vida para Costa Pina, Paulo Campos e mais uma catrefada de gente


escafandro,

Alongando-se um nadinha em tempos de austeridade, por regra a memória colectiva é muito curta. E, assim, praticamente todas as recordações de acontecimentos com mais de três ou quatro anos se esvairão logo que a economia melhore um pouco. Uma sorte para os socialistas, que poderão aproveitar um efeito similar ao de que o PSD liderado por Cavaco Silva beneficiou em 1985, após o governo de bloco central, e exclamar: «As dificuldades? Foram eles.» Caso contrário, obrigados a excluir gente que tentou vender coisas, gente que comprou coisas, gente que autorizou coisas, gente que renegociou coisas, gente que fechou os olhos a coisas e gente que lucrou com coisas, e atendendo a quão difícil já é para o PSD, ser-lhes-ia impossível formar governo.

13 comentários em “A garantia de uma segunda vida para Costa Pina, Paulo Campos e mais uma catrefada de gente”

  1. o drama disto tudo é que o acordo ortográfico, novo ou velho, nada resolve…porque teimamos em acreditar que se deve escrever e dizer “e não se pode exterminá-los!!!” sem sequer ousar questionar se ” não se pode exterminá-los?”

  2. Afinal os “swaps” nunca existiram….

    «Teixeira dos Santos disse não aos “swap” depois de parecer do IGCP».

    De acordo com esta notícia, e depois de uma informação destas, feita em Agosto de 2005, pelo então presidente do IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública), Franquelim Alves:

    “a contratação destas operações violaria os princípios de gestão de dívida pública estabelecidos.” Acrescentando ainda que “os ganhos de curto prazo (incertos) significariam onerar anos futuros com custos acrescidos e riscos de dimensão desconhecida, violando o princípio do equilíbrio intemporal das responsabilidades financeiras do Estado”;

    Temos de concluir que: ou os “swaps” nunca existiram, ou, todos aqueles que estavam hierarquicamente acima de Franquelim Alves, e em seguida autorizaram o seu negócio, terão de ser responsabilizados, e devia ser, criminalmente.

    Os possíveis responsáveis máximos só podem ser os seguintes:

    A – Bagão Félix/Santana e Barroso (se foram adquiridos antes de 2005);
    B – Teixeira dos Santos/Sócrates (se a aquisição se fez entre 2005 – 2011)
    C – Vítor Gaspar/Coelho (se aquisição se fez depois de 2011

    E a resposta correcta é?…

    Isto até parece uma brincadeira de putos com menos de 8 anos…

    1. os swaps em causa não foram aceites pelo governo de então. a questão aqui é saber porque é que alguém que tentou impingir um negócio ruinoso para o estado português se mantém no poder, sobretudo depois de ter mentido (tal como a sua chefe, a miss swaps). aqui a culpa é do actual governo e do coelhinho, que mantém a confiança em alguém deste calibre (o que é natural, para quem chama gente do bpn para o governo…) outra questão é saber que swaps foram contratados ou aceites pelos sucessivos governos (pois em regra quem os celebrava eram as empresas públicas e os gestores dessas empresas, como Maria Luís Albuquerque), quais desses foram ruinosos e que responsabilidades os governantes tiveram, sabendo-se que todos os governos (desde Cavaco) os celebraram, incluindo o actual governo. o resto é conversa e fumo atirado para o ar através de notícias encomendadas e jornalistas amigos…

      1. Se a estupidez pagasse imposto há muita gente que andava toda carimbada e, então, esses não se podiam esconder no anonimato.

  3. Conjugando as notícias pró-swap e anti-swap, creio que a saída do Franquelim e Álvaro ficou mais clara na obscuridade.
    Ao que parece, o mais indicado para secretário anti-swap, seria o Franklin…

    1. Sem dúvida! Esse poderia ter sido o argumento em defesa do ex-SET que, estou em crer, provocaria muita resignação porque honesto. Mas deu-lhes para se armarem aos cucos.
      Enfim, depois de uma bela de frango assado acompanhada de uma bem tirada , vou ali mas é bebericar um e usufruír deste nosso maravilhoso , que é como quem diz: Estou por tudo!

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