4 comentários em “Resistência activa ao aborto ortográfico (95)”

  1. Se for tão bom no cargo de provedor como foi professor de direito tiro-lhe o chapéu. O problema é que nem sempre um bom teórico é um bom conhecedor da realidade. Desejo-lhe a melhor das sortes.

  2. E que seja no português europeu, o dessa absolutamente irrelevante, parece, minoria de cerca de dez milhões (talvez nem tanto já, tão entusiasta, apressado e submisso é o “portuguezinho” a acolher o que lhe seja vendido como “moderno” ou “pogresso” – a falta do r é deliberada -, ou lhe pareça ter influência brasileira) que se escreva na e a partir da Provedoria.

    Costa

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *