Não sei se VC sabe o que é consciência, Cristina. Penso que terá de ser a Comissão da AR a explicar e mostrar-lhe a porta de saída. Por uma vez, uma Comissão da AR ( por acaso presidida por uma mulher socialista) mostra ao país que quando os deputados querem, podem prestar bom serviço ao país. São uma minoria, eu sei, mas o problema da AR não é a quantidade, é a falta de qualidade dps deputados que a integram.
Quando não sei dizer melhor, procuro quem sabe. Se me permite, transcrevo aqui um post de José Medeiros Ferreira:
“Fumaça tóxica A tentativa de equiparar a responsabilidade de Vítor Constâncio à dos autores materiais das fraudes bancárias é uma operação perversa e eivada de má fé. Quem nos quer entreter com assuntos colaterais desta natureza.? Os pecadores precisam de novo de um Agnus Dei?”
Chamar cordeiro a Constâncio, mesmo em latim, parece-me qualquer coisa próxima de um pecado capital! O Vital preferiu compará-lo à polícia. Também não me parece muito feliz mas é, certamente, menos pretensioso.
Não resisto ao óbvio: como papel de embrulho que nem o partido de que foi seca. geral quer segurar.
: ))
Não sei se VC sabe o que é consciência, Cristina. Penso que terá de ser a Comissão da AR a explicar e mostrar-lhe a porta de saída.
Por uma vez, uma Comissão da AR ( por acaso presidida por uma mulher socialista) mostra ao país que quando os deputados querem, podem prestar bom serviço ao país. São uma minoria, eu sei, mas o problema da AR não é a quantidade, é a falta de qualidade dps deputados que a integram.
Nem mais. O problema é que eles constituem o espelho do País.
Sem voz na consciência
e com falta de visão,
tamanha foi a incompetência
na actividade de supervisão.
Tamanha é a embrulhada
completamente irresponsável,
originando uma alhada
de profundidade impensável.
O embrulho rosado,
deste tesourinho deprimente,
reflecte um país atrasado
governado displicentemente.
Vitor Constâncio não ouve a voz da consciência porque ou ela(voz) está afónica ou ele não a tem (consciência).
Entre a voz da consciência e o manter o lugar a todo o custo o que é que pensa que ele escolhe ?
Escolhe os anónimos.
Quando não sei dizer melhor, procuro quem sabe. Se me permite, transcrevo aqui um post de José Medeiros Ferreira:
“Fumaça tóxica
A tentativa de equiparar a responsabilidade de Vítor Constâncio à dos autores materiais das fraudes bancárias é uma operação perversa e eivada de má fé. Quem nos quer entreter com assuntos colaterais desta natureza.? Os pecadores precisam de novo de um Agnus Dei?”
Chamar cordeiro a Constâncio, mesmo em latim, parece-me qualquer coisa próxima de um pecado capital! O Vital preferiu compará-lo à polícia. Também não me parece muito feliz mas é, certamente, menos pretensioso.
Resposta (numa vozinha e sussurrar baixinho): papel de embrulho?