Com o devido respeito, “Antever os problemas, antecipar os acontecimentos” é o que distingue um animal racional de um irracional. De um estadista eu espero um pouco mais.
Eu também espero mais, caro L. Rodrigues. No entanto, a minha experiência de vinte anos a lidar com políticos diariamente indica-me que um dos primeiros critérios para distinguir um político de um estadista é precisamente este – o da capacidade de previsão. É impressionante o número de políticos profissionais incapazes de antever os factos mais previsíveis. Esses, seguramente, poderão ser muita coisa mas nunca serão estadistas.
Pois! Antever os acontecimentos para que antecipadamente encontra as melhores soluções é o mínimo que se pede a um estadista. Quanto aos políticos (ou aprendizes de…) nada se pode pedir porque deles, e naquela área: entever e solucionar correctamente, nada se espera. Nada de novo, devo sublinhar!, porque de mau são muitos e repetidos os exemplos vistos em todos estes anos!
Temos a tendência de pensar que os políticos do passado são sempre melhores do que os actuais. Já tenho idade suficiente para ver hoje qualificados como estadistas certos políticos que mereceram as mais violentas críticas dos seus contemporâneos. Só o tempo permite formular juízos rigorosos nesta matéria.
Nas sociedades democráticas actuais temos nos governos uma série de gente que se limita a gerir o seu dia a dia em função do Telejornal das 8 , do último ou do próximo . E para pouco mais têm tempo .
em suma, plano “B”.
🙂
Às vezes só resta o plano S. De saída.
Com o devido respeito, “Antever os problemas, antecipar os acontecimentos” é o que distingue um animal racional de um irracional. De um estadista eu espero um pouco mais.
Eu também espero mais, caro L. Rodrigues. No entanto, a minha experiência de vinte anos a lidar com políticos diariamente indica-me que um dos primeiros critérios para distinguir um político de um estadista é precisamente este – o da capacidade de previsão. É impressionante o número de políticos profissionais incapazes de antever os factos mais previsíveis. Esses, seguramente, poderão ser muita coisa mas nunca serão estadistas.
Falso. É simplesmente ter boa imprensa.
Antonio Costa já é um estadista.
Tem boa capacidade de previsão?
Irrelevante. Estadista ou não depende se os jornalistas gostam ou não. Berlusconi foi um estadista?
Miterrand foi um estadista?
Berlusconi é um delinquente político (ou deverei dizer político delinquente?). É impossível confundi-lo com um estadista.
Maya a Primeira -Ministra, já!!!
Mais depressa chegaria o Borda d’ Água a esse posto.
Pois! Antever os acontecimentos para que antecipadamente encontra as melhores soluções é o mínimo que se pede a um estadista.
Quanto aos políticos (ou aprendizes de…) nada se pode pedir porque deles, e naquela área: entever e solucionar correctamente, nada se espera.
Nada de novo, devo sublinhar!, porque de mau são muitos e repetidos os exemplos vistos em todos estes anos!
Cumprimentos.
Temos a tendência de pensar que os políticos do passado são sempre melhores do que os actuais. Já tenho idade suficiente para ver hoje qualificados como estadistas certos políticos que mereceram as mais violentas críticas dos seus contemporâneos. Só o tempo permite formular juízos rigorosos nesta matéria.
“Antever os problemas, antecipar os acontecimentos:” ser redundante, portanto.
Tanto do que dizemos e escrevemos é redundante. A vulgaríssima expressão “já agora”, por exemplo.
Meu caro
Disse estadista ?
Pois desista .
Nem políticos .
Nas sociedades democráticas actuais temos nos governos uma série de gente que se limita a gerir o seu dia a dia em função do Telejornal das 8 , do último ou do próximo .
E para pouco mais têm tempo .
Infelizmente, tenho de dar-lhe razão.