Meia-idade


escafandro,

Pergunta:

A crise da meia-idade é real?

 

Resposta:

Claro que sim. Mas:

1. Não atinge apenas os homens;

2. Não é verdade que se caracterize por estes passarem a olhar mais para raparigas novas; os homens passam a olhar (ainda) mais para todas as mulheres;

3. Ir atrás das mais novas é apenas bom senso no meio da loucura.

 

(Republicado. Não devido a qualquer post publicado ontem pelo Pedro Correia, que fique bem claro.)

11 comentários em “Meia-idade”

  1. Era desnecessária a frase de precaução final, JAA. Ninguém seria capaz de estabelecer qualquer relação entre o que escreveste e aquela capa com a Manuela Moura Guedes.

      1. Também não é para menos, JAA. Hoje em dia uma bela balzaquiana vai bem para além dos 60 anos. Em dependendo dos casos, claro.

    1. Nem mais. E no meu caso torna-se especialmente verdade porque sou afectado por uma variação peculiar de daltonismo: consigo perceber que uma mulher ruiva é ruiva mas não que uma mulher não ruiva é não ruiva.

  2. Olhar para a do post do sr. PC não será consequência da crise da meia-idade, é falta de gosto mesmo. Digo eu.

  3. A crise da meia-idade é exactamente isso: querer sempre tudo pela metade. Menos 20, menos 30, menos 40, menos 50…

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