Bem, quando li esta notícia fiquei abespinhado: de todos os livros escritos pelo grande Chesterton, e dada a escassez dos mesmos na língua portuguesa, por que raio este?
E porque não São Francisco de Assis, uma figura de referência universal, que ultrapassa o próprio mundo cristão? Por acaso discordo de si: nos últimos anos, Chesterton tem vindo finalmente a ser bem divulgado em Portugal, após décadas de relativo ostracismo. Tanto quanto sei – e sem querer ser exaustivo – estão editadas entre nós obras dele como ‘O Homem que era Quinta-Feira’ (um clássico, já com várias versões portuguesas, incluindo da Estampa, Presença, Relógio d’Água e Alêtheia), ‘As Aventuras do Padre Brown’ (Europa-América), ‘Disparates do Mundo’ (Alêtheia), ‘O Clube dos Negócios Estranhos’ (Livros do Brasil), ‘São Tomás de Aquino’ (Civilização e Alêtheia), ‘Ortodoxia’ (Alêtheia), ‘O Homem Eterno’ (Alêtheia), ‘O Olho de Apolo’ (Presença), ‘Os Melhores Contos do Padre Brown’ (Assírio & Alvim) e ‘A Inocência do Padre Brown’ (Alêtheia).
Ainda que quatro sejam colectâneas (O Olho de Apolo inclusive) do Padre Brown, reconheço que o bom Chesterton está mais bem servido do que julgava. Claramente preciso de me actualizar.
Oponho-me ao São Francisco de Assis porque, não ignorando a importância do Cristianismo na vida de Chesterton, julgo que ele escreveu melhores livros de não-ficção, como The Defendant ou Tremendous Trifles, colecções de excelentes ensaios. Acho que este livro do santo de novo nada traz, e não posso deixar de o ver como uma jogada comercial.
Bem, quando li esta notícia fiquei abespinhado: de todos os livros escritos pelo grande Chesterton, e dada a escassez dos mesmos na língua portuguesa, por que raio este?
Mas depois lembrei-me: ah, pois, o Papa novo…
E porque não São Francisco de Assis, uma figura de referência universal, que ultrapassa o próprio mundo cristão?
Por acaso discordo de si: nos últimos anos, Chesterton tem vindo finalmente a ser bem divulgado em Portugal, após décadas de relativo ostracismo. Tanto quanto sei – e sem querer ser exaustivo – estão editadas entre nós obras dele como ‘O Homem que era Quinta-Feira’ (um clássico, já com várias versões portuguesas, incluindo da Estampa, Presença, Relógio d’Água e Alêtheia), ‘As Aventuras do Padre Brown’ (Europa-América), ‘Disparates do Mundo’ (Alêtheia), ‘O Clube dos Negócios Estranhos’ (Livros do Brasil), ‘São Tomás de Aquino’ (Civilização e Alêtheia), ‘Ortodoxia’ (Alêtheia), ‘O Homem Eterno’ (Alêtheia), ‘O Olho de Apolo’ (Presença), ‘Os Melhores Contos do Padre Brown’ (Assírio & Alvim) e ‘A Inocência do Padre Brown’ (Alêtheia).
Ainda que quatro sejam colectâneas (O Olho de Apolo inclusive) do Padre Brown, reconheço que o bom Chesterton está mais bem servido do que julgava. Claramente preciso de me actualizar.
Oponho-me ao São Francisco de Assis porque, não ignorando a importância do Cristianismo na vida de Chesterton, julgo que ele escreveu melhores livros de não-ficção, como The Defendant ou Tremendous Trifles, colecções de excelentes ensaios. Acho que este livro do santo de novo nada traz, e não posso deixar de o ver como uma jogada comercial.