«Faz sentido manter um ‘Acordo’ que não é aceite unanimemente pelos países falantes da língua? Agora que o suposto principal interessado adiou a idiotice, o velho Portugal podia também esquecê-la. Sempre era uma asneira a menos, para começar o ano.»
Inês Pedrosa, no Sol

A ideia do acordo ortográfico é boa….. o problema é que muitas pessoas não tem paciência, tempo, vontade…. para le-lo e coloca-lo em prática!
A ideia do acordo ortográfico é péssima. E a única justificação é a vaidade de meia dúzia de funcionários do ministério dos negócios estrangeiros brasileiros – e da delegação daquele ministério que dá pelo nome – estranho – de “CPLP”.
O resto é subdesenvolvimento.
Nunca pensei ter de dar os parabéns à Inês Pedrosa, mas estão dados.
Pedro e Inês (Onde é que eu já ouvi estes lindos nomes?), contem comigo para que o Acordo “Rotográfico”, não passe.
Saudações e Bom Ano.
Leão do Fundão
A ideia do acordo ortográfico é boa….. Diz (escreve) Fernanda Suguino, e Eu e mais uns quantos… pergunto É boa para quem?
Bem haja Inês Pedrosa
Mas afinal, de que é que o poder político está à espera para suspender, anular, enterrar, queimar ou simplesmente esquecer no fundo da arca das asneiras que tem sido a nossa governação na última década (pelo menos) este famigerado e monstruoso (des)acordo?
A reforma ortográfica entre países que falam o mesmo idioma não é novidade. E o fato de nem todos estarem de acordo também não! Ou vocês já esqueceram a reforma da ortografia alemã de 1996. A diferença é que no acordo deles, não há obrigatoriedade (fora o ensino das escolas). Cada um se expressa como prefere e pronto!
deu uma grande salganhada e pronto!
se temos um sistema ortográfico estável e que se adequa perfeitamente, para quê estarmos a complicar, admitindo duplas grafias e outras aberrações?
na minha opinião deveria-se separar em definitivo o Português do Brasileiro e cada um seguia o seu caminho no desenvolvimento da língua, já que foi sempre o que aconteceu e ninguém se deixou de entender.
Com acordo ou desacordo, o importante é não regressar à ortografia antiga. O mundo avança evoluindo e mudando, nunca voltando para trás.