Crise? Qual crise? Miguel Relvas, Dias Loureiro e José Luís Arnaut em férias de luxo no Rio de Janeiro. No Verão tiveram que gramar com os algarves mas o período de carência passou entretanto. Viva 2012 que tanto jeito deu a alguns.
Os pobres que paguem a crise e deixem de comer bifes
cronicasnofeminino,

Obsceno! Que vão pregar sacrifícios para outra freguesia e se regressarem se afoguem na travessia!
Se não pregassem tanto e se não fossem quem são não teríamos nada a ver com isso mas nestas circunstâncias é mesmo obsceno. Bom Ano apesar de tudo 🙂
Todos eles grandes figuras da lusofonia e decididos partidários do acordo ortográfico – o relvas até é cidadão honorário do rio de janeiro.
Até quando toleraremos isto?
Está-nos na massa do sangue, somos mansos.
Bom Ano!
Gostava tanto de ter um banco, ser comentadora de luxo, pertencer ao Conselho de Estado, ter um escritório de advocacia ou ter nas mãos as bases de um qualquer partido…
Como não tenho, não fui para o Rio de Janeiro!
Não te preocupes, Helena, o Rio de Janeiro continuará lindo e pode ser em Fevereiro e Março 🙂
Agora a sério, o que me incomoda não é o Dias Loureiro nem o Arnaut. O que me aborrece é que alguém de um governo que apregoa a austeridade e nos dê permanentemente lições de moral de pechisbeque se aventure em férias assim numa altura destas. Não suporto.
‘nos dá’ e não ‘nos dê’. A falar assim até pareço o Pedro do Facebook.
Estou contigo Leonor. Detesto lições de moral. E não as aceito de parte de quem não tem autoridade. Mas tem dinheiro…
A demagogia faz mal à pele.
Na verdade, muita gente poderia ter ido passar o fim do ano ao Rio de Janeiro, isto é, poderia gastar 2000 ou 3000 euros.
A questão é outra. Um ministro – e que ministro! – de um país falido, sob administração dos credores, não o deveria fazer, por uma questão de decoro.
A questão, verdadeiramente, começa antes: como é que alguém com um curriculum tão reles pode ser ministro (e como é que alguém pode aceitar fazer parte de um governo com gentalha desta)?
Bom ano!
Onde gozará as férias um que pode passar dois anos lectivos em Paris sem ganhar um cêntimo de ordenado?
Ah esse! Não sei e no momento presente nem me interessa. Interessa-me quem me/nos (des)governa. Beijinhos ao Pedro, o de Massamá obviamente.
Durante anos fui a um médico que me aconselhou uma dieta forte de hidratos de carbono. Segui a dieta com entusiasmo.
Há um ano, alertado pelos colarinhos das minhas camisas, que se recusavam a abotoar, fui ao médico.
Disse que estava obeso, em perigo de diabetes, hipertenso, etc e receitou-me uma dieta severa. Precisava de perder, no mínimo 12 kilos.
Desconfiado, exigi uma junta médica (particular e paga por mim). Confirmou o diagnóstico e ainda reforçou a dieta.
Estou em crer que o meu primeiro médico – que, entretanto, abriu um consultório numa capital europeia – e que, afinal, parece que nem era bem médico – deve ser responsabilizado pelo meu estado lastimável. E eu, também, por ser ingénuo, tolo e guloso.
Mas já nem sei a que vem isto. Dizia a Leonor que não sei quem ou quê não lhe interessa. Quem ou o quê?
Bom ano! (Não vai querer uma fatia de pudim de gemas, às escondidas dos cretinos que me fazem passar tão mal?)
Há mais quem não seja bem o que apregoa ou o que os diplomas dizem, não é só esse seu médico agora algures numa capital europeia.
E a dieta tem-lhe feito bem? Esse pudim de gemas parece-me muito calórico e mauzote para o colesterol. Olha que o Secretário de Estado da Saúde zanga-se consigo se tiver de recorrer aos serviços do SNS. Sabe que este governo não gosta que os cidadãos o importunem.
Bom ano também!
Cocó, Ranheta e Facada, os 3 da vida airada.
Pois. Os garotos de Ipanema 😉