A equipa de Passos Coelho não ficou indiferente aos acontecimentos dos últimos dias. Embora no executivo todos estejam convencidos de que o trabalho realizado é até agora excelente ou mais, também se reconhece que existe um pequeníssimo problema de comunicação (não mais do que um grão de areia, em todo o caso). E, se é certo que os portugueses são os principais responsáveis pela deficiente interpretação que têm atribuído às palavras absolutamente cristalinas que os governantes têm vocalizado, o certo é que estes não prescindem da possibilidade de contribuir para melhorar o processo comunicacional com os governados, libertando a respectiva flauta interior.
Assim, e em concreto, a partir de agora o primeiro-ministro Passos Coelho falará sempre a cantar:

O que agora nos está a fazer falta, é que apareça por aí “O Flautista de Hamelin” e que consiga encantar as canoras ratazanas que nos governam, e fazer com que se afoguem no Tejo.
Isséquera de valor…
Digo mais: isséquera!
No Tejo não, Bartô. Enche-se um lagar de trampa.
Acha que resultava, Gui?
Esse não é o habitat-natural deles?
LOL, só vi hoje.
beijinhos
Xiça penico. O Chewbaca?
Dizem que é boa escolha: claro e conciso.
Não sei se
se
.
Já no caso de o cantor ser o Gaspar, teria provavelmente alguma dificuldade em acompanhar a música…

Perto dele, até o Sérgio Godinho parece um Fórmula 1.
Acho injusto o gozo que se faz com o Vítor Gaspar – ele não fala devagar.
Ele está a fazer a tradução simultânea da Angela Merkel!!
Acham que é fácil?
Caneco. De facto, não deve ser.
Ó Rui nesta altura o PPC ainda tinha cabelo e não usava óculos.
A política gasta…desgasta e desgosta!
Sim, ou são os nossos olhos que estão diferentes, ou o PPC está, de facto, um bocado desbotado.
O que trama este país, no fundo, é ter portugueses. Sem esta comunidade preguiçosa, piegas e um bocadinho retardada, o governo podia fazer um brilharete. O mínimo que podemos fazer é aceitar os sermões que nos vão pregando de vez em quando…