Há uma série de piadas sobre o inferno como destino inevitável dos advogados. Quando vejo que elegem este animal selvagem como Bastonário, tendo a lembrar-me delas. E sim, estou a ser eufemística.
Há uma série de piadas sobre o inferno como destino inevitável dos advogados. Quando vejo que elegem este animal selvagem como Bastonário, tendo a lembrar-me delas. E sim, estou a ser eufemística.
Independentemente da decisão condenatória, proferida pela emérita juiza Ana Margarida, aplicada “aos” advogados a quem cabe a reponsabilidade de ter eleito Marinho Pinto a Bastonário da Ordem, proponho que se atente no sentido da matéria em apreço no clip.
Abram-se as mentes, dispam-se os preconceitos, queimem-se os pejoros dos termos e, atente-se somente no figurativo da situação relatada: uma mulher leiloa um “bem” que lhe pertence e um licitador, adquire o bem, mediante o pagamento de uma quantia acordada (que eu acho exorbitante, mas pró caso, é irrelevante). Até aqui, tudo bem. Alguém decide vender o que é seu e alguém decide adquirir aquilo que a outra vende. No entanto, este acto simples de acordo de compra e venda, na opnião do Bastonário, enquadra-se numa “figura i legal” que ele designa por infernal.
Aqui, não posso deixar de concordar com Marinho Pinto.
E a Ana Margarida concordará também que assim é, se pensar que quem vende é uma brasileira jóvem e quem compra, é um japinha.
Então, raciocinemos: uma brasileira, virgem, é impossível que não tenha o diabo no corpo e que a acumulação das labaredas que lhe enfernizam as entranhas, não tenham já mais força acumulada que o vulcão da Islândia. Então, será um Japezinho capaz de segurar a força indomável desse vulcão.
Não!
Esse tipo vai ser consumido pelas chamas, em dois tempos… ou menos.
Um inferno!
Alguém está disposto a fazer “uma vaquinha” para tentarmos comprar a “posição” do Japonês?!
Senhor bastonário, quando fala das brasileiras que vêm para Portugal, está a referir-se também à minha Mãe que nasceu em Olinda – Pernambuco e que chegou a Portugal à cerca de 60 anos ?
Quê nada seu campus.
À sêssênta anos atrais, o Elefante Branco não existia ainda; só ficou inaugurado ein 1986, mais, só mais tardje ainda é que começou à “importar” brasiueirinhas. Bem bonitchinas e simpátchicas, por sinau.
ah ah ah excelente Campus….
A coisa foi até mais grave: reelegeram o bestarilócio. Um fala-barato absolutamente repugnante.
Não tenho a mais pequena paciência para este estilo bulldozer do Marinho Pinto, mesmo quando ele tem razão. E nem é o caso. O homem é um alarve.
Que o senhor Bastonário é um alarve já todos sabemos, mas o que me fez mais impressão foi os sorrisinhos cúmplices e silenciosos trocados pelos dois outros comentadores e a anafada jornalista.
É um idiota completo…
Apenas para esclarecer-lhe algo: a prostituição no Brasil não é crime; o proxenetismo é, e o corpo dessa senhorita foi negociado por terceiros em uma organização internacional (a sua “aceitação” e a sua “liberdade de decisão” são irrelevantes para a caracterização do delito).
Claro que o embaixador do Brasil em Portugal ficará calado, pois para nada serve essa maldita representação diplomática.
É só comparar o mediatismo destas declarações com as da Isabel Jonet. É tão chique ser de esquerda