Eterna! E pensar que só a conheci em 1989 ou 90, num bar então muito na moda, o Bairro Alto! Fiquei doida com a música, o amigo com quem estava, mais velho (o meu querido Nuno, que Deus tem), ficou muito admirado por eu não a conhecer e elucidou-me. É por estas e outras que costumo dizer que devia ter nascido 12 anos mais cedo.
E não sei se se lembram mas os Mini Pop, grupo do Porto do qual faziam parte os manos Barreiros (Jáfumega, entre outras excelentes coisas), também fizeram uma versão lá pelos inicios de 70.
Se não estou enganado, ainda dancei ao som destes “Marmelos”…
Os ‘marmelos’ costumavam estimular a dança nessa época. E ainda costumam…
Eterna! E pensar que só a conheci em 1989 ou 90, num bar então muito na moda, o Bairro Alto! Fiquei doida com a música, o amigo com quem estava, mais velho (o meu querido Nuno, que Deus tem), ficou muito admirado por eu não a conhecer e elucidou-me. É por estas e outras que costumo dizer que devia ter nascido 12 anos mais cedo.
Eheh. Percebo-a bem, Teresa: o melhor da música pertence sempre a épocas mais recuadas do que a nossa. Eu pelo menos sempre tive essa sensação.
esta é uma daquelas músicas das quais sou “adepto” desde pequenino (por isso, nem me atrevo a sugerir qualquer outra).
Alguma vez havia de acontecer, Carlos.
Esta é das que resistiu ao tempo. Continua a ser muito bom ouvi-la. Mas vejo que já aqui aterraram vários outros fiéis… 🙂
Os ‘marmelos’ têm um vasto clube de fãs, pelos vistos. Nada que eu não previsse.
E não sei se se lembram mas os Mini Pop, grupo do Porto do qual faziam parte os manos Barreiros (Jáfumega, entre outras excelentes coisas), também fizeram uma versão lá pelos inicios de 70.
Disso não me lembrava, mas eles hão-de aparecer por cá, noutra das nossas séries – intitulada ‘Passado presente’.