RUA DO CARMO
«Nunca, como nos últimos tempos, ela fora tão terna, tão alegre, enchendo-o de tanta felicidade… E tudo isto lhe bailava alegremente em volta do coração enquanto subia, na calmaria ardente, sob o seu guarda-sol, a Rua Nova do Carmo. Ao alto da rua, no restaurante do Mata, parou a encomendar uma empada de peixe para as seis horas. Comprou ainda um fiambre, um queijo da serra, e olhava em redor para ver o que poderia levar mais, com a alegria e a sofreguidão dum pássaro que provê o seu ninho.»
Eça de Queiroz, Alves & Cª.
Foto: blogue Ruas de Lisboa com Alguma História


Uma de peixe não me seduz, mas uma de caça, lá para as 6 da tarde, estava arrematada.
Podem ser duas. Eu também alinho.
Tratavam-se bem, naquela época.
Tiveram sorte, se a Isabel Jonet já fosse nascida…
Eça é que é essa.
Se a dona Jonet lê isto… “Uma sopinha… e bem bom! Vêem? Foi assim que isto chegou onde chegou!”