Outros privilégios


escafandro,

Destes privilégios, e de todas as formas de luta que sirvam para os manter, ainda que trazendo enormes custos à economia do país, a esquerda gosta.

8 comentários em “Outros privilégios”

  1. Olho da rua com eles, porque não falta quem queira trabalhar e não tenha aonde. E de caminho denunciar quem está por trás deles a fomentar estas greves selvagens: o PARTIDO COMUNISTA PORTUGUES!

  2. Abaixo os Fascistas

    Morte aos fascistas e aos ricos´. Viva a Coreia do Norte. Morte aos capitalistas e empresários. Cuba Sempre!

  3. jaa, sabe do que fala?
    Eu ainda agora ouvi na Antena 1 uma reportagem com os trabalhadores grevistas. Eles dizem que é falso que ganhem muito dinheiro, bem pelo contrário. E, como eles pintam a situação, estão contra uma lei que levaria a que metade do trabalho que eles hoje fazem passasse a ser subcontratado e pago à hora.
    Se fôr esse o caso, parece-me a greve bastante legítima e adequada.
    Eu não sei quem tem razão, por isso pergunto a jaa se sabe.

    1. Luís:
      Com a comunicação social que temos, é difícil ter certezas quanto ao que quer que seja. Mas li alguma coisa sobre o assunto e sei que pelo menos em Leixões não ganham nada mal (e têm ainda várias contrapartidas não monetárias, que foram conseguindo ao longo dos anos). Talvez mais importante: eu até compreendo que eles tentem proteger a sua situação (no limite, somos todos egoístas quando os cortes nos afectam) mas já não entendo que outros considerem um acto que é apenas isso (protecção de interesses particulares) como sendo uma luta justa contra a exploração, o capital, etc , etc . As medidas que o governo está a tentar implementar fazem todo o sentido: garantir alguma flexibilidade de horários sem que isso represente custos excessivos e cortar no número exagerado de postos que só podem ser ocupados por certas ‘categorias’ (uma excelente forma de estas garantirem força negocial e protegerem privilégios). Mas, claro – e é isso que refiro no posto -, este tipo de custos para a economia nunca preocupou a esquerda.

      1. As medidas que o governo está a tentar implementar fazem todo o sentido: garantir alguma flexibilidade de horários sem que isso represente custos excessivos

        Pois, isso faz todo o sentido. Mas quando essa flexibilidade a baixos custos é obtida à custa de os trabalhadores passarem a ser subcontratados e pagos à hora, eu compreendo e acho justíssimo que os trabalhadores lutem contra tal perspetiva.
        É claro que para o patronato essa forma de flexibilidade é ideal. Não se tem responsabilidade pelos trabalhadores (eles são funcionários de uma qualquer empresa de trabalho temporário) e só se os chama quando são precisos. É uma maravilha. Mas eu acho bem que os trabalhadores lutem contra isso.
        Mas, repito, não conheço a situação. Pode ser que a descrição que fiz acima daquilo que o governo pretende não seja correta.

  4. É o resultado de quem acha que não podem existir vários portos numa só cidade…

    Façam como a Dilma do partido dos Trabalhadores. Privatizem portos, aeroportos e estradas.

    Aliás como o nosso PCP já aceita o PC Chinês como comunista tudo se pode esperar…

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