Nunca penso em mim como se fosse a criança que efectivamente fui. Nem com a idade que resulta da data de nascimento que vem indicada no cartão de cidadão. Também não me reconheço em qualquer outra das idades que tive ou que poderei ainda ter, com uma única excepção. Quando me imagino, tenho rigorosamente vinte e oito anos. Há mais de catorze que é assim.
As time goes by
Rui Rocha,

Hum….42?
Se nos ativermos à frieza da aritmética…
…ou o gelo dos números…
Ora senhor Rocha, ainda é um jovem…
bom se eu fosse jornalista do correio da manhã, escreveria:

Jovem idoso em crise de meia idade …blá blá… ôpps…
Ai!
Há por aí algum festejo encriptado? Cheira-me que é caso para parabéns… 🙂
Não, não. De todo, Ana. Só a constatação de um desfasamento entre a ideia de mim próprio e a imagem que o cartão de cidadão devolve.
Ah, se é isso eu também tenho sempre 33. Nem mais um.
Não me parece que alguém te dê mais, Ana.
Não dá, não. Quem fizer isso arrisca o pescoço. 🙂
(ao contrário, tu, com esse charme todo, só podes ter mais de 28…)
Eu também tenho 42 … mas ao contrário de si tenho dias que me sinto com 120 …
Nesse caso, longevidade assinalável, IMMC.
Pois… 41… Às vezes acordo mais deprimido do que a economia do Vale do Ave. Uma pessoa nem sabe o que é que aqui anda a fazer.
Diz que hoje, às 19h15, dá um bom programa para quem quiser ocupar o tempo…
what goes around comes around
como o compreendo…eu tenho exactamente 35 há já alguns anos…:)
Não saia daí, Inês!
Parabéns. Feliz quadragésimo segundo aniversário.