Está ligeiramente mais gorda. A saia drapeia menos. Estas fotos foram de propósito para os países do Sul. Resta saber o que ouviu. O ouro do Reno ou O crepúsculo dos deuses?
É pelo menos adequado: o holandês vinha a terra uma vez a cada sete anos, altura em que podia quebrar a maldição; o vestido é usado a cada quatro, altura em que quebra a maldição dos fatinhos tipo-RDA.
Rui, Rui, Rui… Isto começa a preocupar-me. Parece a minha filha do meio a coleccionar fotografias dos 30 seconds to Mars. Teremos de congeminar uma forma de conhecer o seu ídolo pessoalmente?
Já agora: um Festival que abriu com alguma polémica: http://ionarts.blogspot.com/2012/07/bayreuth-and-its-swastikas.html. A consciência pesada é uma coisa tramada.
São velhos hábitos trazidos da ex RDA. Os fatinhos lá tinham que durar varios anos, e um vestido com quatro anos, seria assim uma especie de ultima moda. Pelos vistos a Mme Merkell ainda não aderiu à sociedade de consumo, daí esta sua queda para a austeridade . (de vida austera, evidentemente.)
O tom da passadeira vermelha.
(Já se sabe que Angela Merkel é uma mulher poupada e no poupar é que está o ganho.)
É poupada—mas entretanto fanaram-lhe a malinha com os trocos.
Algum grego…
Sim, a passadeira parece ser a mesma, mas desgastada.
Está ligeiramente mais gorda. A saia drapeia menos.
Estas fotos foram de propósito para os países do Sul. Resta saber o que ouviu. O ouro do Reno ou O crepúsculo dos deuses?
Exato. Edição especial para países resgatados ou em vias de o serem.
Aaaaaaaahhhhh!!!! Não! Também tu?!
(Exato?)
Que se lixe o acordo ortográfico, o que importa é Portugal!
(irra que a moléstia está a ganhar terreno)
Foi ouvir o Holandês Voador (navio fantasma). Será premonitório?
Penso que era o Hollande voador, Xico.
É pelo menos adequado: o holandês vinha a terra uma vez a cada sete anos, altura em que podia quebrar a maldição; o vestido é usado a cada quatro, altura em que quebra a maldição dos fatinhos tipo-RDA.
Rui, Rui, Rui… Isto começa a preocupar-me. Parece a minha filha do meio a coleccionar fotografias dos 30 seconds to Mars.
Teremos de congeminar uma forma de conhecer o seu ídolo pessoalmente?
Chama-se silly season, Zélia. Hei-de conseguir superar isto…
Ah! E o maridinho (é?) também leva a mesma roupinha e ninguém lhe diz nada…
E a mesma Merkel.
Ainda voltei 🙂
No mesmo local, na mesma data, com uma diferença exacta de 4 anos? Hummm…
Afinal não sou só eu que…
Pois 😉 Mas agora venho dar a mão à palmatória:
http://noticias.sapo.pt/internacional/ar tigo/merkel-elogiada-por-repetir-vest_44 13.html
Certo. Mas convém ver o pormenor das meias que o Paulo colocou no link ali mais abaixo…
O homem lá atrás com uma farda creme e verde seco, está mais magro.
Consequência da austeridade!
Excelente sentido de observação, Utópico.
A pochete…?!
Já agora: um Festival que abriu com alguma polémica: http://ionarts.blogspot.com/2012/07/bayr euth-and-its-swastikas.html. A consciência pesada é uma coisa tramada.
De facto, Carlos…
Somos é uns invejosos pois não sabemos poupar… na indumentária!
Temos de aprender com o exemplo da senhora!
Anabela
O exemplo aí está para quem o quiser seguir, Anabela…
Que teria acontecido aos fatinhos ? foram todos para limpar?

E aquele detalhe do penteado ? teria sido inspirada pela Isabel Baía?
Ena! A Merkel em versão “sereia” sempre é uma novidade, mesmo que repita a dose!
(eu ia dizer que as duas fotografias são do mesmo dia, mas depois reparei que a pochette e os sapatos são ligeiramente diferentes)
Agora, francamente: não se vai a Bayreuth com estas meias (http://www.heute.at/stars/international/art23693,755577).
Devem ser meias de descanso, Paulo.
Em versão sereia é verdadeiramente sumo da barbatana.
Quer-me parecer que os sapatos são diferentes, mas não posso jurar…
O Paulo colocou ali mais acima um link que permite ver melhor os sapatos. E as meias…
São velhos hábitos trazidos da ex RDA. Os fatinhos lá tinham que durar varios anos, e um vestido com quatro anos, seria assim uma especie de ultima moda.
Pelos vistos a Mme Merkell ainda não aderiu à sociedade de consumo, daí esta sua queda para a austeridade . (de vida austera, evidentemente.)
O hábito faz o monge calvinista.