O meu sinceros parabéns a Philip Roth; admito, no entanto, que sempre fiz um esforço extra para tentar gostar dos seus livros. Frustrado, diga-se de passagem.
No “Everyman”, não consegui conectar-me com a história; ou ela comigo; e o “Portnoy’s Complaint” onde depositei todas as esperanças finais -depois de ler tantos outros-, foi um erro. Pensava que ia ler algo diferente, não uma sátira judaica.
PS Para te rires e veres como sou “importante”, também eu já trabalhei – bem sei que é diferente de morar -, na Av. Sacadura Cabral. Calculas o épico que acontecia, quando dava a morada para onde podiam enviar-me a documentação que pedia… Ainda hoje me rio desse tempo. Mas, claro, infelizmente, não sou o Roth…
Querida, felizmente não és o Roth! É um homem que não crê em Deus, na família, que tem poucos amigos, que se isolou do mundo, não é uma pessoa de pessoas, ao contrário de ti, portanto os livros podem ser bons mas… Beijos!
Os Espanhóis, em poucos anos, conseguiram ter um prémio de prestígio mundial. Um exemplo do que é a promoção internacional de uma cultura. Bem nos antípodas da saloiada do «acordo ortográfico»* e da «lusofonia».
* O acordo ortográfico do castelhano é mesmo um acordo, firmado por 19 Academias e modifica 9 palavras, e regulando aspectos de nomenclatura. E é facultativo, por respeito aos utentes da língua.
Parabéns a ele. E a nós. Não que os leitores influam especialmente na coisa mas, caramba, os livros são nossos também!
O meu sinceros parabéns a Philip Roth; admito, no entanto, que sempre fiz um esforço extra para tentar gostar dos seus livros. Frustrado, diga-se de passagem.
No “Everyman”, não consegui conectar-me com a história; ou ela comigo; e o “Portnoy’s Complaint” onde depositei todas as esperanças finais -depois de ler tantos outros-, foi um erro. Pensava que ia ler algo diferente, não uma sátira judaica.
Obrigada Patrícia. E concordo com o nosso Adolfo.
PS Para te rires e veres como sou “importante”, também eu já trabalhei – bem sei que é diferente de morar -, na Av. Sacadura Cabral.
Calculas o épico que acontecia, quando dava a morada para onde podiam enviar-me a documentação que pedia… Ainda hoje me rio desse tempo. Mas, claro, infelizmente, não sou o Roth…
Querida, felizmente não és o Roth! É um homem que não crê em Deus, na família, que tem poucos amigos, que se isolou do mundo, não é uma pessoa de pessoas, ao contrário de ti, portanto os livros podem ser bons mas… Beijos!
Os Espanhóis, em poucos anos, conseguiram ter um prémio de prestígio mundial.
Um exemplo do que é a promoção internacional de uma cultura.
Bem nos antípodas da saloiada do «acordo ortográfico»* e da «lusofonia».
* O acordo ortográfico do castelhano é mesmo um acordo, firmado por 19 Academias e modifica 9 palavras, e regulando aspectos de nomenclatura. E é facultativo, por respeito aos utentes da língua.
A minha costela espanhola (eu até sou Pilar, como a minha mãe e a minha avó, aliás) só pode ficar contente:)