As palavas em título foam pofeidas pelo Pesidente Cavaco Silva na ecente visita a Nãoseionde. O Pesidente tem azão, clao. Poquê? Oa, poque não há bom vinho sem uma boa olha de cotiça. Na vedade, não devemos subestimá a impotância da olha na qualidade do vinho. Inicialmente eam utilizados outos mateiais como estopa, pano, quina de cavalo ou pegaminho. A ideia de empegar a cotiça como olha é atibuída a Dom Peignon. A cotiça possui qualidades que a tonam paticamente insubstituível: poosidade, leveza, elasticidade, impemeabilidade e isolamento. Todavia, uma olha de má qualidade pode compometê a qualidade do vinho, tansmitindo o desagadável “sabô a olha”. Esta situação pode sê conseqüência de pequenos paasitas nas fendas da olha ou de mofo, ou ainda do cloo utilizado no tatamento da olha. Po vezes, o odô a olha é fugaz, bastando descatá os pimeios centilitos da bebida. Daí o costume de os somelies veificaem pelo olfato a qualidade da olha antes de colocá o vinho à prova. A cotiça paa as olhas é poduzida a pati da casca do sobeiro, uma capa que a ávoe enova a cada nove anos. Nomalmente, a olha tem impesso o nome do fabicante, possivelmente as amas da família, e alguns códigos. Um poblema das olhas de cotiça é que elas essecam, pedem a adeência ao gagalo e, como esultado, o á peneta na gaafa, oxidando e inutilizando o vinho. Po esse motivo as gaafas não podem sê guadadas em posição vetical nas adegas. Poém as olhas também eagem com o vinho e podem passá o gosto da cotiça paa o líquido quando a gaafa é guadada po muito tempo em posição inclinada. Ao compá uma gaafa de vinho é conveniente fazê pessão com o polegá sobe a olha, paa vê se ela está fimemente pesa, ou se esvala alguns milímetos para dento da gaafa, sinal de que a oxidação do vinho com ceteza já aconteceu. Em todo o caso, e tal como refee o Pesidente, to have good wine, we need good cock. Potuguese cock, of couse, aquescentaia eu. E, sobetudo, não nos devemos deixá enganá po aqueles que defendem a utilização da olha scew cap.
To have good wine, we need good cock (esqueça a olha scewcap)
Rui Rocha,

tem toda a azão o nosso pesidente. sei do que falo.
vejo que a este comentáio o Seca-adegas fá-lo com conhecimento de causa.
Ó Ui, caamba! Essa tua ia é teível !
É como vês, Laua.
Tenho Alzeimer…….ponha os “R”. Obrigada!
Nesse caso, não peciso de lhe falá dos benefícios de execitá a mente.
Oda-se que vócemecê pecebe de cotiça pâ calálo!
Acaso sois parente dos Amorins… das cotiças, não da parte dos pitróleos…?
Tinha um amigo na vida militar, que quando uma pessoua dava um daqueles valentes, dizia:
Mete uma olha no ….
Será que ele deu?
Calálo? Deus me livre de tal coisa. Quanto à tropa, não posso ajudar. Fui declarado inapto para o serviço militar, embora capaz de ganhar o meu sustento. Coisa que, aliás, não tem sido nada fácil.
Ui Ocha, acabaste de inventá um novo acôdo otogáfico?
Exactamente, Ana. Decidi fazê caí algumas consoantes sudas: aquelas que não se ouvem no discusso do Pesidente.
Mais um espectacular. A única parte chata é que ao ler o texto, estava a ouvir a voz do Cavaco a ressoar-me nos confins da mente. E isso não é agradável.
Eh, pá, Luís. A sério, lamento muito. Não era de todo minha intenção.
Eu diria o converso: para se ter um bom cock é preciso beber um bom vinho.
É a velha história do que vem primeiro: o cock ou o vinho.
Eu também diria que não há nenhuma incompatibilidade entre cock e screw, bem pelo contrário.
Sabia-o um homem de consensos, Luís.
Que triste figura farás em Setúbal…
Vai sê benite, vai…