Seria uma frase apropriada se a morte tivesse sido por doença, ou atropelamento, etc. Mas a morte foi por acidente devido a uma prática arriscada da parte dele mesmo.
Poupe-me a esses seus comentários absolutamente desajustados num momento destes, Luis Lavoura. Se uma pessoa morre porque o Luis Lavoura acha que teve um comportamento de risco deixamos de lamentar a sua morte, é isso? É tão fácil ser-se moralista.
Quando acho que nada mais me surpreende, aparecem comentários destes, Luis.
Eu lamento a morte, Leonor. Só acho desadequado o comentário que você fez, de que deveria ser proibido morrer jovem. Eu próprio quando era jovem fiz bastantes disparates, alguns dos quais me poderiam ter custado a vida.
E se se tivesse ido num desses disparates que diz ter feito a sua hipotética morte não seria de lamentar. Uma coisa lhe digo, que a vida nunca o brinde com uma morte jovem bem perto de si mesmo resultando de um comportamento de risco.
Tem razão Leonor, há gente insensível, todos, alguma vez temos atitudes de risco… Bernardo Sasseti, possivelmente, fotografava com a mesma paixão com que tocava… A vida só vale a pena quando há paixão. Lamento imenso e dou as minhas condolências à Família. Com esta morte, Portugal fica muito mais pobre, não era um só um artista, era um nobre cidadão. Estou atordoada…
A ausência para a família, uma vida desperdiçada tão cedo e um talento que se calou para sempre são dramáticos, Maria Helena. O resto é conversa disparatada.
O que lhe garante que tenha sido um comportamento de risco?
Na notícia diz que caiu de uma falésia. Quando isso acontece, e se não se foi empurrado (que não foi o caso!), é porque se teve um comportamento de risco, aproximando-se demasiado da borda da falésia.
Se fosse impossível um jovem morrer, os jovens fariam ainda mais asneiras e besteiras do que aquelas que já fazem, nas quais colocam em risco, por vezes, não apenas a sua vida mas também a de outros.
Refiro-me, por exemplo, aos desastres rodoviários.
Felizmente os jovens podem morrer, isso garante aos outros um mínimo de limitação às besteiras que eles fazem.
(Ainda no outro dia eu próprio ia sendo atropelado por um jovem a sair disparado de uma garagem, sem olhar se alguém não estaria a passar no passeio.)
Presumo, portanto, que as mortes jovens sejam profiláticas. Não há paciência. Devia haver limite aos disparates que alguns adultos debitam. O seu teria sido ultrapassado hoje em larga escala, Luis Lavoura.
Luis Lavoura, desculpe que idade tem? não podemos ser ressabiados por já não sermos tão novos, se você também teve comportamentos menos próprios na sua juventude, deixe lá os jovens também ter.
Isto sem ter nada que ver com a perda do BS, na verdade, fica uma enorme tristeza para a família, nomeadamente a Beatriz B e para as duas crianças que ficam sem pai. Tem razão Leonor, concordo com a sua ideia de proibição e ainda acrescentaria outras que não vem para o caso.
Cr, eu ia escrever que devia ser proibido morrer e pronto, mas às vezes somos traídos pelo corpo e não vale a pena viver como um vegetal. Assim, não. Beijinho
Algún día me iré… pero aquí quedaré, quedaré porque soy de aquí, recordaré cada momento de este lugar, de este puerto. Recordaré cada silencio de este mi mar, mar eterno. No olvidaré las calles, tampoco olvidaré el cielo… no olvidaré la brisa que le dio paz a mi alma, que le dio un sentido a mis hechos. Me iré mañana tal vez, me iré con tu recuerdo, con un amor escondido que solo conoce el silencio, el silencio que dejaré cuando pase el tiempo, el silencio que llevaré cuando pase febrero, me iré mañana tal vez, o tal vez… mañana me quedo
Toda a perda é lamentável. Quem não passa pela vida em vão, quem deixa obra depois da vida, lamenta-se mais ainda. Portugal está a ficar mais triste e mais pobre este ano.
A nossa actual e difícil situação obriga-nos, mesmo sem querermos, a falarmos sempre em termos económicos e financeiros, até na morte. Desaparecem para sempre indivíduos deste calibre, que nos legaram “á borla”, permitam-me a expressão, uma riqueza incomensurável, e bandidos como os nossos políticos e pessoas ligadas á politica, que nos teêm roubado até ao tutano, nem sequer adoecem. E ainda dizem que há deus (com d pequeno de propósito). Á sua família as minhas sentidas condolências, extensivas a essas grande famílias da Música, em particular para a do Jazz.
Ia agora mesmo fazer isso, Leonor! 🙁
Devia ser proibido morrer-se jovem.
Seria uma frase apropriada se a morte tivesse sido por doença, ou atropelamento, etc.
Mas a morte foi por acidente devido a uma prática arriscada da parte dele mesmo.
Poupe-me a esses seus comentários absolutamente desajustados num momento destes, Luis Lavoura. Se uma pessoa morre porque o Luis Lavoura acha que teve um comportamento de risco deixamos de lamentar a sua morte, é isso? É tão fácil ser-se moralista.
O senhor tem realmente jeito, Leonor.
Quando acho que nada mais me surpreende, aparecem comentários destes, Luis.
Eu lamento a morte, Leonor. Só acho desadequado o comentário que você fez, de que deveria ser proibido morrer jovem.
Eu próprio quando era jovem fiz bastantes disparates, alguns dos quais me poderiam ter custado a vida.
E se se tivesse ido num desses disparates que diz ter feito a sua hipotética morte não seria de lamentar. Uma coisa lhe digo, que a vida nunca o brinde com uma morte jovem bem perto de si mesmo resultando de um comportamento de risco.
Tem razão Leonor, há gente insensível, todos, alguma vez temos atitudes de risco…
Bernardo Sasseti, possivelmente, fotografava com a mesma paixão com que tocava…
A vida só vale a pena quando há paixão.
Lamento imenso e dou as minhas condolências à Família.
Com esta morte, Portugal fica muito mais pobre, não era um só um artista, era um nobre cidadão.
Estou atordoada…
A ausência para a família, uma vida desperdiçada tão cedo e um talento que se calou para sempre são dramáticos, Maria Helena. O resto é conversa disparatada.
O que lhe garante que tenha sido um comportamento de risco?
Na notícia diz que caiu de uma falésia. Quando isso acontece, e se não se foi empurrado (que não foi o caso!), é porque se teve um comportamento de risco, aproximando-se demasiado da borda da falésia.
Já lhe respondi algures aí em baixo. Que nunca saiba o que é uma morte jovem.
Sim. Mas, já agora, também espero que nunca nenhum jovem me mate a mim. Já esteve prestes a acontecer. Os jovens fazem cada asneira e imprudência.
Ah pois fazem! São jovens, certo? Que moralismo!
Pois claro, que os não jovens não fazem asneiras e imprudências…
Se não lamenta a morte… pelo menos, lamente o “comportamento de risco”…
RIP.
Acabei de saber e ainda não acredito. Há mortes tão incompreensíveis! Se é que o não são todas, mas algumas parecem-nos particularmente estúpidas.
(Luís Lavoura, não acha que anda a abusar dessas tentativas desesperadas de protagonismo?)
Mais do que proibido, devia ser impossível.
Se fosse impossível um jovem morrer, os jovens fariam ainda mais asneiras e besteiras do que aquelas que já fazem, nas quais colocam em risco, por vezes, não apenas a sua vida mas também a de outros.
Refiro-me, por exemplo, aos desastres rodoviários.
Felizmente os jovens podem morrer, isso garante aos outros um mínimo de limitação às besteiras que eles fazem.
(Ainda no outro dia eu próprio ia sendo atropelado por um jovem a sair disparado de uma garagem, sem olhar se alguém não estaria a passar no passeio.)
Presumo, portanto, que as mortes jovens sejam profiláticas. Não há paciência. Devia haver limite aos disparates que alguns adultos debitam. O seu teria sido ultrapassado hoje em larga escala, Luis Lavoura.
Luís Lavoura, já pensou em pedir ajuda especializada?
Os jovens fazem asneiras e algumas pessoas menos jovens dizem barbaridades!!!
Que bom ser jovem.
Viva os jovens.
Luis Lavoura, desculpe que idade tem? não podemos ser ressabiados por já não sermos tão novos, se você também teve comportamentos menos próprios na sua juventude, deixe lá os jovens também ter.
Isto sem ter nada que ver com a perda do BS, na verdade, fica uma enorme tristeza para a família, nomeadamente a Beatriz B e para as duas crianças que ficam sem pai.
Tem razão Leonor, concordo com a sua ideia de proibição e ainda acrescentaria outras que não vem para o caso.
Cr, eu ia escrever que devia ser proibido morrer e pronto, mas às vezes somos traídos pelo corpo e não vale a pena viver como um vegetal. Assim, não. Beijinho
Dramática perda, em todos os sentidos!
(Leonor – não tenho nada com isso, mas acha mesmo necessário responder/argumentar com o L Lavoura?!)
É mesmo, Ana.
(Já passou, mas às vezes é de mais)
Algún día me iré… pero aquí quedaré,
quedaré porque soy de aquí,
recordaré cada momento de este lugar,
de este puerto.
Recordaré cada silencio
de este mi mar, mar eterno.
No olvidaré las calles,
tampoco olvidaré el cielo…
no olvidaré la brisa
que le dio paz a mi alma,
que le dio un sentido a mis hechos.
Me iré mañana tal vez,
me iré con tu recuerdo,
con un amor escondido
que solo conoce el silencio,
el silencio que dejaré
cuando pase el tiempo,
el silencio que llevaré
cuando pase febrero,
me iré mañana tal vez,
o tal vez… mañana me quedo
(Teresa A.Uribe )
só isto
E é muito, Fernando.
Leonor:
Eu concordo em absoluto com aquilo que escreve e direi que infelizmente 2012 está a ser um ano “negro” e ainda só passaram 5 meses.
Está mesmo, Carlos.
Toda a perda é lamentável. Quem não passa pela vida em vão, quem deixa obra depois da vida, lamenta-se mais ainda. Portugal está a ficar mais triste e mais pobre este ano.
Claro que sim, João.
A nossa actual e difícil situação obriga-nos, mesmo sem querermos, a falarmos sempre em termos económicos e financeiros, até na morte.
Desaparecem para sempre indivíduos deste calibre, que nos legaram “á borla”, permitam-me a expressão, uma riqueza incomensurável, e bandidos como os nossos políticos e pessoas ligadas á politica, que nos teêm roubado até ao tutano, nem sequer adoecem. E ainda dizem que há deus (com d pequeno de propósito).
Á sua família as minhas sentidas condolências, extensivas a essas grande famílias da Música, em particular para a do Jazz.
É muito triste. A morte é sempre triste.
Eu digo mais, devia ser proibido morrer enquanto quiséssemos estar vivos…
Verdade, Sara. Beijinhos grandes 🙂