No Sábado, e excepcionalmente, fui àquilo a que chamam de “Feira do Livro de Lisboa”. Para além da imbecilidade da organização, que não se lembrou de colocar uma única caixa multibanco no local e insistiu, com o sucesso que se vê, em marcar a coisa a finais de Abril e inícios de Maio, quando chuva e trovoada são mais do que certas (e toda a gente sabe que se há coisa de que os livros gostam, é de chuva): um espaço comercial exterior que utiliza, junto da entrada e saída de zonas específicas e muito bem delimitadas, alarmes com sensores anti-roubo não é uma feira – é uma loja, um centro comercial a céu aberto. Uma feira é mais ou menos caótica, mais ou menos espontânea, mais ou menos livre. Para aquilo que está ali no Parque Eduardo VII, prefiro a Fnac. Evito subidas e descidas, sempre tenho desconto e não me molho. E não tenho de ver os livros através de plástico molhado.
Feira do Livro?
eventhorizon,

No CCB ? Um espacito no Parque das Nações ?? Cordoaria ?? Mas se insistem no ar livre, a antiga localização na Av. da Liberdade era mais agradável. Ou até na Rua Augusta, como se fez um ano. E o Terreiro do Paço se calhar…
mas parece que o lema deve ser ” é sofrer leitor, é sofrer … ”
Seria interessante na Rua Augusta. Parece-me tão vazia sem aquela malta que lá parava há uns anos a vender pinturas e artesanato.
Subscrevo. Fiquei em casa exactamente por isso. O local escolhido não podia ser pior.
O local, a época… diria mesmo que não acertaram uma.