– Depois de ti nunca mais tive um namorado ou um amante que amasse o meu corpo tanto como tu o amaste.
– Tiveste namorados?
Lá estava eu de novo, com a mesma conversa. Esquece os namorados. Mas não conseguia.
– Tiveste, Consuela?
– Tive, mas não muitos.
– Dormiste regularmente com homens?
– Não. Numa base regular, não.
– Como era o teu emprego? Não houve ninguém no teu emprego que se apaixonasse por ti?
– Apaixonavam-se todos.
– Eu compreendo isso. Mas, e depois? Eram todos homossexuais? Não conheceste homens heterossexuais?
– Conheço, conheci, mas não prestavam.
– Não prestavam porquê?
– Masturbam-se apenas no meu corpo.
Philip Roth, O Animal Moribundo.
Edição D. Quixote, tradução de Fernanda Pinto Rodrigues.

Muito mais importante do que estar a falar em heteros ‘ e homos ‘… interessa, isso sim, discutir o Direito a ser PAI SOLTEIRO em sociedades Tradicionalmente Monogâmicas!!!
De facto, não deve existir Direito de Veto:
– ora, observando o dia-a-dia, constata-se uma dualidade de critérios óbvia: em relação aos machos com ‘bons tiques’ de testoterona desculpa-se ‘isto e mais aquilo’, pelo contrário, em relação aos machos com ‘maus tiques’ de testoterona , quaisquer pintelhices ‘ servem para implicar… concluindo, a opinião das mulheres é importante, sim, todavia – nas sociedades tradicionalmente monogâmicas – não devem possuir o Direito de Vetar quais os machos que não possuem o Direito de ter filhos.
UMA QUESTÃO A LEVANTAR:
– O Direito de ter filhos em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas!
Ainda há parolos que acreditam em histórias da carochinha… mas há que ASSUMIR a realidade:
– Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
– No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade!… De facto, analisando o Tabú-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver http://tabusexo.blogspot.com/.
CONCLUINDO:
– Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos, NO ENTANTO, as Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de assumir a sua História: não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!… Assim sendo, nestas sociedades deve ser possibilitada a existência de barrigas de aluguer {ÚTEROS ARTIFICIAIS – deve ser considerado uma Investigação Cientifica Prioritária!…} para que, nestas sociedades {a longo prazo} os machos (de boa saúde) rejeitados pelas fêmeas, possam ter filhos!
NOTA 1: Incompetência sexual não significa inutilidade… de facto, os machos mais fracos já mostraram o seu valor: as sociedades tecnologicamente mais evoluídas… são sociedades tradicionalmente monogâmicas!
NOTA 2: Hoje em dia, por um lado, muitas mulheres vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas: nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos.
Por outro lado, hoje em dia muitos machos das sociedades tradicionalmente Monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais dóceis] oriundas de outras sociedades…
Hummm…
Hum.
Um homem (na generalidade) prefere ao corpo de uma mulher, a mão esquerda ou a direita para se masturbar.
O corpo de uma mulher, para um homem, reveste-se de interesses superiores, começa por ser a parte exterior e palpável de uma intimidade, de um carácter, de uma composição, que, quando encontra ambiente favorável, se manifesta, desenvolvendo um género de entropia cúmplice com tendência a aumentar até culminar em orgasmos.
Isto, com mais ou menos floreados, pelo meio… e pelas pontas.