Gabriel Byrne nunca foi novo. Nunca foi alinhado. Mas é inesquecível…
8 comentários em “E tudo o vento levou…(17)”
De repente não me lembro do nome… nunca tive cabeça para os fixar, que chatice. Mas é como muitos homens menos bonitos (no conceito oficial de beleza!) que nos prendem sem remédio: são apelativos, secretos e… de sorriso difícil. Sólidos, sei lá… 🙂 É como dizes, Helena, inesquecíveis 🙂
Gabriel Byrne, o nosso homem, ainda hoje me faz ir ao cinema só por ele… Há uns meses, passou pelas tantas da madrugada, uma série curiosíssima – não lembro o nome – em que ele fazia de psiquiatra. Mas recordo que enquanto ela decorreu. eu adormecia só pelas três da matina para não a perder, nem a ele, que está na melhor fase da sua vida, a idade madura!
De repente não me lembro do nome… nunca tive cabeça para os fixar, que chatice. Mas é como muitos homens menos bonitos (no conceito oficial de beleza!) que nos prendem sem remédio: são apelativos, secretos e… de sorriso difícil. Sólidos, sei lá… 🙂 É como dizes, Helena, inesquecíveis 🙂
Gabriel Byrne, o nosso homem, ainda hoje me faz ir ao cinema só por ele…
Há uns meses, passou pelas tantas da madrugada, uma série curiosíssima – não lembro o nome – em que ele fazia de psiquiatra. Mas recordo que enquanto ela decorreu. eu adormecia só pelas três da matina para não a perder, nem a ele, que está na melhor fase da sua vida, a idade madura!
É isso, Laura, a solidez.
É um dos homens da minha vida querida Ivone!
E da minha! A tua colecção, Helena, dá cabo de mim, mas chegados aqui, ao anjo Gabriel, rendo-me em definitivo. Beijos e bom fim de semana
Se um anjo destes me tem aparecido teria pecado muito mais do que pequei. E pecar, num caso destes, só pode ser vocação… Eu que o diga!
🙂 tens toda a razão!
Também eu me rendo ao arcanjo Gabriel. É misterioso, inteligente, atraente, desafiante, magnético. E bom actor, já agora… 🙂