Que boa recordação, Ana Vidal; a caixa dos 140 furos mágicos. Era muito criança, mas lembro-me perfeitamente do entusiásmo que era furar o cartão e desejar com todas as forças que saísse aquele chocolatãããão. Se não estou em erro, custava cinquenta centavos, cada furadela e a primeira conta que fiz foi para saber de quantos escudos iria precisar, para furar o cartão todo. ;)))
É uma óptima recordação para mim também, Bartolomeu. Qual totoloto, qual euromilhões! Nunca mais tive um nível de expectativa tão alto com um jogo como tinha aos 7 ou 8 anos perante esta caixa… 🙂
Era o tempo em que quase só conhecíamos os chocolates portugueses (vá lá, também os da Nestlé quando íamos a Badajoz) e os achávamos os melhores do mundo, sem sonhar que os belgas e suiços estavam a anos-luz de qualidade… santa inocência! 🙂
MEU DEUS!!!! Quem me dera que aparecessem! Quando era pequena rezava para chegar a adulta para poder comprar montes desses chocolates!!! Holiday e Pack!!! Eram os dois MARAVILHOSOS!!!!! Será que não reeditam?????
Como esta caixa faz parte da minha infância!!! A minha mãe comprava “a caixa”. Depois deixava-nos(eramos 4)fazer de conta e viver a excitação das bolinhas, mas era ela quem os comia.Escondia-os! Engraçado que morreu mantendo esta ligação “gananciosa” com chocolate. Tinha 11 caixas de FR escondidas na cómoda….
Oh não!!!!! Os “furas” !!!!! (lol era assim que eu chamava à coisa: pai, hoje compras-me um “fura”?)
Bons tempos! Eu nunca desejei a tão almejada bola dourada; sempre detestei misturar chocolate com amêndoas, nozes e afins. Excepção feita ao maravilhoso “Flock-Shock”, ou ao saudoso “Coma-com-pão”. A par com o amarelo da Regina, eram os meus favoritos!
Obrigado, do fundo do coração, por esta recordação.
AF, esta recordação é comum a muitos de nós. Lembro-me muito bem do Comacompão (eu seguia à risca a sugestão e comia-o dentro de um papo-seco, imagine!), porque, ao contrário de si, para mim o chocolate liga bem com tudo e afins. 🙂
Também eu, Helena. Juntava o dinheiro religiosamente para os furos, ritual que cumpria na taberna ao lado de casa. Os bêbados habitués eram tu-cá-tu-lá comigo, claro. 🙂
Mas se calhar evoluiu para os chocolates com recheio de licor??? Hmmm? Não?!
loool. Que esperto, Bartolomeu! Sobretudo aqueles com licor de ginja, que tinham uma prata azul com duas ginjas encarnadas, lembra-se? 🙂
Isso não eram uns bombons da Rajá ?? Havia um chocolate,creio que também da Rajá, chamado Pingo, cada quadradinho tinha um recheio de licor diferente… …e o comacompão, um pao-seco BEM grande e dois comacompão lá dentro, com um pecadicinho de manteiga…como não morri…
Que boa recordação, Ana Vidal; a caixa dos 140 furos mágicos.
Era muito criança, mas lembro-me perfeitamente do entusiásmo que era furar o cartão e desejar com todas as forças que saísse aquele chocolatãããão.
Se não estou em erro, custava cinquenta centavos, cada furadela e a primeira conta que fiz foi para saber de quantos escudos iria precisar, para furar o cartão todo.
;)))
É uma óptima recordação para mim também, Bartolomeu. Qual totoloto, qual euromilhões! Nunca mais tive um nível de expectativa tão alto com um jogo como tinha aos 7 ou 8 anos perante esta caixa… 🙂
Minha Nossa Srª das bolas douradas !! Resmas disto, lá na Havaneza em Santa Cruz !! E a melhor tablete era a da bola encarnada !! Tenho dito !!
E o chocolate Holiday da Rajá ??? Vou chorar de saudade !!!!
Era o tempo em que quase só conhecíamos os chocolates portugueses (vá lá, também os da Nestlé quando íamos a Badajoz) e os achávamos os melhores do mundo, sem sonhar que os belgas e suiços estavam a anos-luz de qualidade… santa inocência! 🙂
Eu adorava os chocolates Holiday. Tinham um recheio tipo marshmallow.
MEU DEUS!!!! Quem me dera que aparecessem!
Quando era pequena rezava para chegar a adulta para poder comprar montes desses chocolates!!!
Holiday e Pack!!! Eram os dois MARAVILHOSOS!!!!! Será que não reeditam?????
Bela e saudosa peça!
Que saudades. Ainda bem que trouxeste essa relíquia aqui. Já tinha andado à procura dela, sem sucesso.
(e a bola dourada nunca me saiu!)
E somos três!
A mim também nunca saiu , um desgosto que só visto…
Encontrei esta preciosidade no facebook e não resisti a trazê-la para aqui.
Como esta caixa faz parte da minha infância!!! A minha mãe comprava “a caixa”. Depois deixava-nos(eramos 4)fazer de conta e viver a excitação das bolinhas, mas era ela quem os comia.Escondia-os!
Engraçado que morreu mantendo esta ligação “gananciosa” com chocolate. Tinha 11 caixas de FR escondidas na cómoda….
Meu Deus, Anónimo, que trauma, hein? Mas como eu compreendo a sua mãe… por chocolate era capaz de matar!
A mim, nunca me saia nada importante. Só os prémios mais mexerucas .
Pois, mas isso fazia parte da magia. Sem a adrenalina da expectativa o “furo” não teria a mesma graça.
Oh não!!!!! Os “furas” !!!!! (lol era assim que eu chamava à coisa: pai, hoje compras-me um “fura”?)
Bons tempos! Eu nunca desejei a tão almejada bola dourada; sempre detestei misturar chocolate com amêndoas, nozes e afins. Excepção feita ao maravilhoso “Flock-Shock”, ou ao saudoso “Coma-com-pão”. A par com o amarelo da Regina, eram os meus favoritos!
Obrigado, do fundo do coração, por esta recordação.
AF, esta recordação é comum a muitos de nós. Lembro-me muito bem do Comacompão (eu seguia à risca a sugestão e comia-o dentro de um papo-seco, imagine!), porque, ao contrário de si, para mim o chocolate liga bem com tudo e afins. 🙂
O que eu amava esta caixinha percursora das bolas do euromilhões…
Também eu, Helena. Juntava o dinheiro religiosamente para os furos, ritual que cumpria na taberna ao lado de casa. Os bêbados habitués eram tu-cá-tu-lá comigo, claro. 🙂
Ana, com essa convivência de tu cá-tu lá não chegou aos ” copitos de 3 ” não ?
Quase, Gi, quase… mas as sombrinhas de chocolate eram uma tentação mais forte.
Mas se calhar evoluiu para os chocolates com recheio de licor???

Hmmm?
Não?!
loool. Que esperto, Bartolomeu! Sobretudo aqueles com licor de ginja, que tinham uma prata azul com duas ginjas encarnadas, lembra-se? 🙂
Isso não eram uns bombons da Rajá ?? Havia um chocolate,creio que também da Rajá, chamado Pingo, cada quadradinho tinha um recheio de licor diferente…
…e o comacompão, um pao-seco BEM grande e dois comacompão lá dentro, com um pecadicinho de manteiga…como não morri…
Dois?? Ena, que resistência! 🙂