Ahahahahaahah. Só uma chamada de atenção, se permite: o acordo não é bem acordo (que pressupõe o encontro de várias vontade), e não é novo, tem mais de 20 anos.
Estou vendo que vossemecê precisa de ajuda para a escrita do há-dem. Cá vai, compadre Rocha. . “Há-dem ou hã-dem e há-des – formas populares, respectivamente, da 3.ª pes. do plu. e 2.ª do sing. do pres. do modo ind. do verbo haver de (lat. habere) – hão-de… e hás-de… … Esta noite há muito vento e as folhas há-dem voar; Hé-de-me pôr à janela, que alguma hé-de apanhar. (Castro Marim)” DELGADO, Manuel Joaquim,A Linguagem Popular do Baixo Alentejo e o Dialecto Barranquenho (estudo etnofilológico), edição da Ass. Mun. de Beja, 1983, 2.ª edição, p. 269
Pergunte-se ao Coelhone “. O tal que, lá do alto do púlpito do comício PS, de punho cerrado, ameaçador, berrava: Há-dem pagá-las, os que se metem com o PS!”
Peço desculpa intrometer-me, mas visto que tive a ousadia de perguntar como se escreve “hadem” à minha professora de língua Portuguesa (que logo me emendou dizendo que se escrevia “hão-de”- foi difícil explicar que tinha visto a “gafe” linguística num blogue, e que sabia irrevogavelmente como se escrevia a palavra)
Bem, então “ha-dem” com o novo acordo escreve-se “hadem” formando apenas uma palavra.
O que não leva é acento. Melhor, assento. Perdam.
De certo tem razão, JA.
Ahahahahaahah.
Só uma chamada de atenção, se permite: o acordo não é bem acordo (que pressupõe o encontro de várias vontade), e não é novo, tem mais de 20 anos.
Pois, é uma matéria em que o nonsense está presente em várias vertentes…
Obviamente que é ‘tudo junto’, Rui. LOL
É que tudo junto não me soa nada bem…
Lamento, mas não podemos ser piegas.
Sim, é um assunto em que não convém nada sermos Viegas.
lolada!
:)))
Mas isso não se escreve “tudojunto”?
Acho que “tudojunto” escreve-se separado por hífenes: tudo-junto.
Pareces o Jorge Coelho…
É sempre inspirador regressar aos clássicos, João.
Tens razão: ele é um clássico. Nem deve saber nada do hífen. Aposto que diz “tracinho”. Ou “trassinho”. Ou “traçinho”.
Sugeres então que ele é, em termos linguísticos, um tudo nada (tudo nada levará hífen?) atrazado.
Atra-zado é o termo.
Acho que pode-se escrever de ambas as duas maneiras.
Bom contributo para subir o nível desta tertúlia ainda mais para cima, AF.
Estou vendo que vossemecê precisa de ajuda para a escrita do há-dem. Cá vai, compadre Rocha.
.
“Há-dem ou hã-dem e há-des – formas populares, respectivamente, da 3.ª pes. do plu. e 2.ª do sing. do pres. do modo ind. do verbo haver de (lat. habere) – hão-de… e hás-de…
…
Esta noite há muito vento
e as folhas há-dem voar;
Hé-de-me pôr à janela,
que alguma hé-de apanhar.
(Castro Marim)”
DELGADO, Manuel Joaquim,A Linguagem Popular do Baixo Alentejo e o Dialecto Barranquenho (estudo etnofilológico), edição da Ass. Mun. de Beja, 1983, 2.ª edição, p. 269
Há-des ter muitos amigos, há-des, compadre Zé…
Pergunte-se ao Coelhone “.
O tal que, lá do alto do púlpito do comício PS, de punho cerrado, ameaçador, berrava: Há-dem pagá-las, os que se metem com o PS!”
Devia ter sido logo hifenizado, Beirão.
Cu-de-judas, pelo AO, passa a escrever-se cu do Judas. Não acho bem.
Parece-me justa a sua indignação.
Peço desculpa intrometer-me, mas visto que tive a ousadia de perguntar como se escreve “hadem” à minha professora de língua Portuguesa (que logo me emendou dizendo que se escrevia “hão-de”- foi difícil explicar que tinha visto a “gafe” linguística num blogue, e que sabia irrevogavelmente como se escrevia a palavra)
Bem, então “ha-dem” com o novo acordo escreve-se “hadem” formando apenas uma palavra.