As ilhas que eu vejo (1)


jmmcc,

 

Com sotaque para ouvir…

 

 

… e muita bruma para sentir.

28 comentários em “As ilhas que eu vejo (1)”

      1. Gosto muito dessa canção tradicional dos Açores, mas confesso que esta não é a minha versão preferida. Mas adoro o sotaque, embora aqui não esteja muito em evidência…

  1. – Mandas-me umas hortênsias sff? 🙂
    Que bonito! “Se no falar trago a dolência das ondas, O olhar é a doçura das lagoas, É que trago a ternura das hortênsias, E no coração a ardência das caldeiras” (cuidado aí com as açoreanas, João…)
    E a música é linda: não sei porquê, é como se já tivesse ouvido, já estou a cantar 😉

          1. Forreta 😉 Pronto, já está em água no meu solitário (a um ‘connaisseur’ não preciso de explicar que não é propriamente na cadeia ;))

    1. Laura, com ou sem bruma, a natureza primou nestas ilhas e deu-lhes cor e uma vegetação luxuriante.
      Aprecia-se o que é natural e não o que a mão do homem fez.
      Maravilha autêntica!
      A bruma apenas dá um tom mais escuro aos verdes. Por isso é que insistimos sempre, pois as tonalidades variam consoante a luz. Faz parte da sua beleza.
      Em Abril cobrem-se de azáleas, a partir de Junho, de milhares de hortênsias.
      Não faça a coisa por menos… uma florinha de nada?

      1. Eu sou muito mais de luz do que de brumas 😉 Mas as suas descrições, Alexandra, deixam-me curiosa, não devem ter mesmo nada a ver com as de avalon… Milhares de hortênsias? Mesmo, mesmo? Não consigo imaginar maior luxo, digo-lhe!

        1. Milhares, estrada fora!
          No mesmo dia, em horas diferentes, podemos passar da bruma a um sol radioso, salpicado ou não de núvens. Normalmente, salpicado.
          Entendo-a perfeitamente. Também sou de sol e céu azul. Garanto que não estraga nem o dia nem a beleza.

          1. Rendida, Alexandra!
            (tem a certeza de que não é um quadro clandestino da Direcção Regional de Turismo dos Açores?! 🙂 🙂

  2. Tudo muitíssimo bonito, como já é bem sabido.
    Só não percebo porque é que foste pôr, mesmo no centro do mapa, um rectângulo preto tão grande com uma seta branca? Será para indicar a toda gente que é ali, em Angra do Heroísmo, que estás à nossa espera? eheheh…

      1. Obrigado, João. A cançoneta também é bastante curiosa, se bem que não tão variegada como os próprios Açores.
        Grande Abraço!

  3. Adorável!!
    E aceito, sensibilizada a homenagem “a todos aqueles que amam, amaram…. estas preciosidades”
    C’est moi!
    Estou como a Laura: ainda agora ouvi e já estou a cantarolá-la.
    É linda.
    E a foto, em baixo, com ou sem bruma, tudo tem encanto. Já apanhei disso tudo e não deixa de ser lindo.
    A terminar o dia 1º de Dezembro, não me fica nada bem, mas vou dizê-lo, como dizem nuestros hermanos invasores: precioso!

  4. Q fotografia encantadora! Os Açores prestam-se, de resto, a flashadas extraordinárias. Tenho uma amiga açoriana cujas fotos da sua Terceira me deixam cheia de felicidade. Ela é uma fotógrafa amadora q eu amo e chama-se Madalena Ávila.

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