À beira da perfeição


Pedro Correia,

Não existe – nunca existirá – a crónica perfeita. Mas raros cronistas abeiram-se com frequência da perfeição. Um deles é o Luís Januário. Hoje, uma vez mais.

3 comentários em “À beira da perfeição”

  1. Subscrevo, o elogio ao texto e o elogio ao autor.
    A escrita de Luís Januário entranha-se ao primeiro contacto com as suas palavras, palavras que transportam um sentir, uma humanidade e solidariedade, uma preocupação ética e moral..valores nos dias de hoje mais raros infelizmente..tal o poder dessa Natureza do Mal.

    Fique bem Pedro.

    David

  2. Excelente crónica, de facto. Mas gostava de saber quem fez aquela desastrada chamada de texto para sub-título – “O que durante anos me levou a escrever foi desencantado dos livros” – quando não é nada disso que está no corpo do texto, nem faz o menor sentido.

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