Não existe – nunca existirá – a crónica perfeita. Mas raros cronistas abeiram-se com frequência da perfeição. Um deles é o Luís Januário. Hoje, uma vez mais.
À beira da perfeição
Pedro Correia,
Não existe – nunca existirá – a crónica perfeita. Mas raros cronistas abeiram-se com frequência da perfeição. Um deles é o Luís Januário. Hoje, uma vez mais.
Subscrevo, o elogio ao texto e o elogio ao autor.
A escrita de Luís Januário entranha-se ao primeiro contacto com as suas palavras, palavras que transportam um sentir, uma humanidade e solidariedade, uma preocupação ética e moral..valores nos dias de hoje mais raros infelizmente..tal o poder dessa Natureza do Mal.
Fique bem Pedro.
David
Estamos em sintonia, David.
Excelente crónica, de facto. Mas gostava de saber quem fez aquela desastrada chamada de texto para sub-título – “O que durante anos me levou a escrever foi desencantado dos livros” – quando não é nada disso que está no corpo do texto, nem faz o menor sentido.