Lisboa antiga (46)


Pedro Correia,

 

HOTEL BRAGANÇA

«Carlos pouco se demorou em Resende. E numa luminosa e macia manhã de Janeiro de 1887, os dois amigos [Carlos e Ega], enfim juntos, almoçavam no hotel Bragança, com as duas janelas abertas para o rio.»

Eça de Queiroz, Os Maias

Foto: Teresa Marques2009’s Blog

6 comentários em “Lisboa antiga (46)”

    1. Tal e qual, Laura. Um dia destes podes fazer uma série destas, mas sobre a Coimbra antiga. Já desafiei o João a fazer o mesmo sobre o Porto. Não faltam citações de vários autores portugueses aplicáveis à circunstância. O próprio Eça, por exemplo.

      1. Eu sei… Mas tenho medo de me apaixonar por uma série dessas, porque a levava a sério e não fazia mais nada ;)) Mas receio que a mística de Coimbra, daquela que move montanhas – e olha que continua a mover mesmo – more hoje em dia com os maiores de 70. E daí….. Olha, já me desassossegaste 😉

          1. Então eu não sei… E há até um livro recente sobre ele na sua faculdade, que por acaso é também a minha. Nesse tempo, Coimbra era o centro dos ‘beaux esprits’ em estado puro, porque jovens, irreverentes e sedentos, com uma liberdade e uma lucidez que hoje, julgando tê-la, não possuímos nem na décima parte. Delito de opinião incluído… Fantásticos tempos (os da monarquia maldita… interessante, não é?). E não foi só Eça de Queirós: quase, quase todos passaram por aqui. Um filão assustador, Pedro 😉

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