
Todos os limites máximos foram aumentados. A taxa do crédito pessoal, por exemplo, foi revista para uns tímidos 20,2%. A única excepção ao aumento dos limites registou-se nos cartões de crédito, mantendo-se nestes a razoabilíssima taxa máxima de 34,1%
A imposição de limites máximos é uma prática adoptada pelo BdP desde o final do ano passado. A aplicação de taxas superiores aos referidos limites é considerada usura. A aplicação de taxas inferiores não.

Não estou a ver bem qual seja o problema. Por mim, até acho os aumentos muito tímidos.
A TAEG deste tipo de créditos devia estar indexado aos juros pagos pela Grécia: tudo o que fosse abaixo de 100% devia ser considerado pura caridade.
Pois era isso mesmo que eu queria dizer, Sampy. Parece-me que considerar-se 34,2% uma taxa usurária não lembra a ninguém.
Fantástico, Rui!
Rui, uma correcção: a imposição desses limites máximos para as TAEG de diversos tipos de crédito aos consumidores vigora desde o início do ano passado (2010).
Confiei no Público, Gonçalo… Devia ter confirmado. Obrigado.