É angolana e acaba de ser coroada Miss Universo. Leila Lopes vai andar um ano a correr país atrás de país na defesa de causas muito tocantes, conforme a agenda habitual que lhe está destinada. Que tal se algumas dessas causas fossem as do povo angolano e dos jovens manifestantes de Luanda que são cercados pela polícia e levados a julgamento?


A talhe de foice!
Mas esta montra ambulante de futilidades não está para aí virada.E compreendo que não esteja!
Resta-nos aguardar uma surpresa, aliás tão provável como eu ser o único totalista do Euromilhões mais logo.
Que Mundinho este!!!
Mundinho não sei. Da bundinha dela já ouvi falar.
Pois, pois.
Bem visto, João. Com especial atenção à redistribuição da riqueza.
Era um bom começo.
É claro que, se a Miss Universo fosse turca ou mexicana, ninguém cá se preocuparia com o facto, e posts como este não seriam escritos.
Mas é angolana, e isso dói a muitos portugueses. Ver os antigos colonizados a passarem para a mó de cima dá raiva, porra! E então, para desabafar, toca de dar lições de moral à rapariga, e aos angolanos em geral. Que deviam ser mais democráticos, que ela devia era dfender a democracia no país dela, etc.
Enfim, dor de cotovelo.
Ainda bem que V. não é turco ou mexicano. A sua dor de cotovelo é tipicamente nacional.
Caro Luís, o João, como é óbvio não precisa de quem o defenda. Mas eu que até tenho grande apreço pelo que escreve naquele cantinho português do Hyde Park não lhe entendo esta. Quiçá serei demasiado inocente para ver a perfídia do João Carvalho, mas parece-me despropositada e desproporcional esta reacção. Mas isto sou eu.
Deixe lá. Estamos habituados a ver entrar o Lavoura quando não toma os remédios.
Pois é, devem ter deixado de ser comparticipados. A avaliar pela reacção já devem estar em falta há muitos dias…
O tipo deve ser retornado. Têm sempre aquela triste filosofia de que aquilo lá é que é bom, e que Portugal é uma treta. Mas voltar para lá, está quieto. E esquecem-se que foram eles lá, que lhes retiraram o que tinham. Não fomos nós.
Este complexo do colonizado nunca mais lhes passa! Irra!!. Imagino o que sofrem quando passam na tv reportagens com gente do povo a falar, e volta e meia atiram com uma destas: “isto era bom quando os portugueses cá estavam, não faltava água, luz, comida, casa, roupa e trabalho. Rebentaram com tudo e agora não temos nada”.
Deve dar azia…deve deve.
De quantas dezenas de angolanos fala, isto é daqueles que eu pressupostamente teria inveja ?
Boa pergunta.
Dói? A sério? Ninguém diria… Aqui em Angola ainda ninguém se queixou com dores.
Hehehe…