Podendo ter contribuído para deixar os mercados novamente em convulsão, o aviso da Standard & Poors de que os eurobonds receberiam a notação da dívida menos bem cotada de entre todos os países participantes não merece ataques mas agradecimentos. Devia ser um lembrete precioso de que, no limite, qualquer união vale apenas o que vale o seu elo mais fraco. Mas nunca é agradável estragarem-nos as ilusões. Sem uma união política efectiva (e alguém acha possível haver uma união política, ainda que os portugueses estejam mais do que dispostos a trocar soberania por dinheiro?), o euro, tal como existe, está condenado. Resta saber quem irá desligar a máquina e declarar o óbito.
Eurojunk
escafandro,

Convinha então aprovar a coisa do testamento vital entretanto…
Tem que ser depressa, então. Porque convém desligar a máquina antes de ser reintroduzido o imposto sobre sucessões…