Passos Coelho anuncia o princípio do fim da crise em 2012. O que não augura nada de bom. Da última vez que um ministro anunciou o fim da crise foi o que se viu, lembram-se?
Estamos lixados
eventhorizon,
Passos Coelho anuncia o princípio do fim da crise em 2012. O que não augura nada de bom. Da última vez que um ministro anunciou o fim da crise foi o que se viu, lembram-se?
Ficamos à espera da correspondente baixa de impostos…
Sentemo-nos, então 🙂
Ou isso ou ele sabe de fonte segura que o tal do mundo vai mesmo acabar em 2012…
Só se for isso. De acordo com as previsões dos Maias (os nativos americanos, não os do Eça, entenda-se), a coisa deve dar-se a 21 de Dezembro. É mesmo à justa.
😀 é isso, ele anunciou a coisa lá por alturas do Natal ou assim, em jeito de bónus 😉
Pois, mas eu não me fiava nas profecias dos Maias… então os homens não foram capazes de adivinhar que os espanhóis iam aparecer lá para lhes fazer a folha, mas acertavam na data do apocalipse cinco ou seis séculos mais tarde? Estranhas prioridades!
Livra, tens razão!
Lá está, a História repete-se…
É uma crise iô-iô, está sempre a acabar…
Um destes dias temos corninhos no Parlamento.
Um manguito teria mais piada, e seria menos repetitivo 🙂
E bem português 🙂 Voto nessa.
Saiu-nos mais um pinóquio na rifa.
Confesso que quando vi o título no Público, a expressão que me ocorreu foi sensivelmente a mesma que encabeça o post. Menos eufemística, claro.
Contudo, o tom da notícia é algo diferente: é lá dito que Passos Coelho espera fazer de 2012 o princípio do fim da emergência nacional.
Ou seja: ele espera que em 2012 se possa começar realmente a inflectir o percurso seguido até aqui pelo Estado português.
E, assim sendo, nada há a apontar a Passos Coelho. A não ser dizer ao PM que nós não esperamos; nós exigimos.
Concordo. Mas após os últimos dois meses – e mesmo sabendo que em dois meses não se resolvem os nossos problemas – não consigo manter o optimismo quanto a este Governo. Não o crucifico (ainda), mas não estou nada entusiasmado.
Uma correcção, depois de escutadas as declarações de PPC – o que ele disse foi: “nós escolhemos fazer do ano de 2012 o princípio do fim…”
O PM devia ter sido mais cauteloso: uma frase destas presta-se muito bem a ser mal citada, deturpada e utilizada como arma de arremesso. Que é o que vai acontecer nos próximos dias.
Precisamente. A meu ver, não é necessário que PPC diga que quer fazer de 2012 o ano do fim da crise – é necessário, sim, que ele faça de 2012 o ano do fim da crise. Foi para isso que lhe dei o meu voto.
Ou me engano muito ou ainda vamos acabar a emprestar dinheiro à Lagarde.
Seria irónico..!
Cada um ouve o que quer. Eu ouvi as declarações de PPC, e ele falou em 2012 como um ano muito dificil e cheio de sacrificios, que seria o ano “do inicio da recuperação”. O que é diferente da anunciar o fim da crise. É como o “desvio colossal” de que o 1º ministro nunca falou. Quem é que disse que “uma mentira dita mil vezes passa a ser verdade”?