20 comentários em “Estamos lixados”

        1. Pois, mas eu não me fiava nas profecias dos Maias… então os homens não foram capazes de adivinhar que os espanhóis iam aparecer lá para lhes fazer a folha, mas acertavam na data do apocalipse cinco ou seis séculos mais tarde? Estranhas prioridades!

  1. Confesso que quando vi o título no Público, a expressão que me ocorreu foi sensivelmente a mesma que encabeça o post. Menos eufemística, claro.
    Contudo, o tom da notícia é algo diferente: é lá dito que Passos Coelho espera fazer de 2012 o princípio do fim da emergência nacional.
    Ou seja: ele espera que em 2012 se possa começar realmente a inflectir o percurso seguido até aqui pelo Estado português.
    E, assim sendo, nada há a apontar a Passos Coelho. A não ser dizer ao PM que nós não esperamos; nós exigimos.

    1. Concordo. Mas após os últimos dois meses – e mesmo sabendo que em dois meses não se resolvem os nossos problemas – não consigo manter o optimismo quanto a este Governo. Não o crucifico (ainda), mas não estou nada entusiasmado.

    2. Uma correcção, depois de escutadas as declarações de PPC – o que ele disse foi: “nós escolhemos fazer do ano de 2012 o princípio do fim…”
      O PM devia ter sido mais cauteloso: uma frase destas presta-se muito bem a ser mal citada, deturpada e utilizada como arma de arremesso. Que é o que vai acontecer nos próximos dias.

      1. Precisamente. A meu ver, não é necessário que PPC diga que quer fazer de 2012 o ano do fim da crise – é necessário, sim, que ele faça de 2012 o ano do fim da crise. Foi para isso que lhe dei o meu voto.

  2. Cada um ouve o que quer. Eu ouvi as declarações de PPC, e ele falou em 2012 como um ano muito dificil e cheio de sacrificios, que seria o ano “do inicio da recuperação”. O que é diferente da anunciar o fim da crise. É como o “desvio colossal” de que o 1º ministro nunca falou. Quem é que disse que “uma mentira dita mil vezes passa a ser verdade”?

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