Mas também saltam raparigas, Teresa, só que menos frequentemente. E diga-se que já morreram miúdos por causa da brincadeira. Aliás, depois de o saber tenho evitado tirar fotos aos saltos da ponte para não os incentivar (mas há lá sempre tantos turistas…).
Quanto à altura dos saltos, não tenho a certeza. Suponho que também depende da altura do nível das águas (varia bastante com a maré) mas eu diria nove ou dez metros até ao tabuleiro e cerca de doze até ao local onde os rapazes estão a saltar.
Obrigado, Ana. Na verdade, basta caminhar pelas zonas ribeirinhas do Porto e de Gaia para deparar com muitos miúdos que lembram o Aniki Bobó. O que se calhar é bom e mau…
Vá, digam-me lá onde é que está o “olhar masculino” ou outros qualificativos na mesma linha…
Linda! Parabéns pelo momento.
Obrigado, Leonor. O rapaz estava a divertir-se e saltou uma data de vezes, difícil foi convencer o pombo. 🙂
Imagino 🙂
Boa malha!
Obrigado, Teresa. Faz-me um bocado de impressão é quando os miúdos saltam da ponte Luíz I. Por exemplo:
http://escafandro.blogs.sapo.pt/211 974.html
http://escafandro.blogs.sapo.pt/211 682.html
Ai, Jaa, os homens e a mania de estarem sempre a desafiar os seus limites… de quantos metros serão aqueles saltos? Safa!
Mas também saltam raparigas, Teresa, só que menos frequentemente. E diga-se que já morreram miúdos por causa da brincadeira. Aliás, depois de o saber tenho evitado tirar fotos aos saltos da ponte para não os incentivar (mas há lá sempre tantos turistas…).
Quanto à altura dos saltos, não tenho a certeza. Suponho que também depende da altura do nível das águas (varia bastante com a maré) mas eu diria nove ou dez metros até ao tabuleiro e cerca de doze até ao local onde os rapazes estão a saltar.
Bem oportuna, no Dia Mundial da Fotografia.
Pedro: os dias mundiais tendem a passar-me ao lado – mas não foi na Sexta-Feira?
De facto, foi sexta-feira. Mas acertaste praticamente em cheio.
Lindíssima fotografia! Quanto aos que saltam da ponte… Não lhe foram depois pedir dinheiro pela “acrobacia”? 🙂
Obrigado pelo elogio. Quanto ao dinheiro, a mim, não. Mas é verdade – pedem com frequência.
Que maravilha, Jaa! Lembrou-me o Anikibobó. 🙂
Obrigado, Ana. Na verdade, basta caminhar pelas zonas ribeirinhas do Porto e de Gaia para deparar com muitos miúdos que lembram o Aniki Bobó. O que se calhar é bom e mau…