Em regra, o jornalista não deve ser notícia. Mas toda a regra tem excepção. A Marta Caires, que já fez parte da equipa do DELITO, merece uma palavra de solidariedade pela sua firmeza perante a grosseria. O insulto é sempre a arma dos fracos. Seja na Madeira, seja onde for.
O insulto é a arma dos fracos
Pedro Correia,

grande Marta!
o jornalismo está a precisar de mais Martas, de gente que faça frente às dezenas caciques que não sabem o significado da palavra democracia, que têm no AJJ, a figura máxima.
são ditadores, ordinários e muito fraquinhos, Pedro, por isso é que gostam de ter à sua volta alguns “gorilas”, para se sentirem os “reis da selva”.
(também escrevi no “largo” sobre a Marta, com a devida vénia…)
apoiado!
Muito bem, Marta! Alguém que diga àquela criatura que os tempos da Inquisição já passaram. Só faltava o Jardim ser dono também das igrejas da Madeira!
Ando há anos a tentar perceber o que tem este senhor de especial para que ninguém o chame à razão. Gostava de saber porque é que ele pode tudo. Porque é ele um intocável. Parabéns à Marta Caires, não só por este episódio, mas por tentar fazer jornalismo na Madeira de Alberto João Jardim.
Inqualificável! Essa ‘coisa’ não tem limites no abuso e na grosseria. Ninguém põe cobro a isto?
Muito bem, Marta!!!!!!
É o PSD na sua melhor forma. Num outro qualquer este cacique já tinha ido de vela, no PSD não, pluralidade na diversidade, dizem.