Clarice Lispector


Patrícia Reis,
Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente.

5 comentários em “Clarice Lispector”

    1. Sempre, Ana, sempre. Já leste a biografia dela escrita por Benjamin Moser? É altamente recomendável e assim percebemos como há quem se coloque em pontas e nunca chegue lá e quem tem uma vida terrível sempre com as mãos no coração perdido. Beijos querida

      1. É isso mesmo. Ela tinha aquela prodigiosa esquizofrenia criativa do Pessoa, e alguém que se sabe condenado ao génio nunca pode ser feliz. Já li muito sobre ela, mas ainda não essa biografia.
        Sabes que ela escrevia aquelas coisas extraordinárias como “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome” numa máquina de escrever pousada no colo, com as crianças à volta a brincar aos gritos e o telefone a tocar constantemente? É outra dimensão…

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *