A posição destes Londoners sobre o assunto, há pouco pela hora de almoço (em Clapham Junction) foi de pé, com as vassouras em riste. Uns desfazem, outros lamentam-se. Outros (re)fazem.
A posição destes Londoners sobre o assunto, há pouco pela hora de almoço (em Clapham Junction) foi de pé, com as vassouras em riste. Uns desfazem, outros lamentam-se. Outros (re)fazem.
As imagens são impressionantes. O culto da destruição, da violência pela violência, a “razão” da força impondo-se contra a força da razão. Enquanto alguns teóricos se afadigam na busca de “motivações” para a “revolta” – incluindo a inevitável “punição” da democracia representativa. Alguns são os mesmos que justificam a repressão desencadeada por regimes ditatoriais contemporâneos, noutras latitudes, contra manifestantes pacíficos que só reclamam liberdade.
Malta com défice de Eclesiastes, Pedro.
A prontidão para arregaçar as mangas, este must’nt grumble e vamos mas é gastar a hora de almoço a participar na limpeza da confusão, é o tipo de coisa que me inibe de embarcar em discursos fatalistas.