Rui, concordo com esse seu argumento mas parece-me que chegam lá por vias distintas: um reverte as circunstâncias a seu favor nem que para isso tenha que correr tudo à chicotada, enquanto o outro se limita a esperar que as circunstâncias se resolvam por si e que tudo acabe bem, usando apenas o graaande poder persuasivo da(s) sua(s) palavra(s). Ou seja, foram separados ainda no estado embrionário: é por isso que um faz estalar o chicote e o outro confunde os microfones com o dito.
São clones…
É o que me parece, João.
😀 as tags, Rui, as tags…
Jamais em férias, Isa. Tags só em Setembro.
Neste caso, eu diria que nem sequer nasceram juntos.
Mas se são tão semelhantes na desenvoltura com que resolvem os casos, Caneta.
Rui, concordo com esse seu argumento mas parece-me que chegam lá por vias distintas: um reverte as circunstâncias a seu favor nem que para isso tenha que correr tudo à chicotada, enquanto o outro se limita a esperar que as circunstâncias se resolvam por si e que tudo acabe bem, usando apenas o graaande poder persuasivo da(s) sua(s) palavra(s).
Ou seja, foram separados ainda no estado embrionário: é por isso que um faz estalar o chicote e o outro confunde os microfones com o dito.