Triste, triste, é assistir ao filme ‘Estômago’ em Amsterdão, legendado em inglês, e ser o único da sala a rir do princípio ao fim. Na cidade em questão toda a sala pensou que vinha directo de uma coffee shop… errado, a explicação era mesmo os imensos e contínuos golpes de rins, que os nossos irmãos brasileiros conseguem dar na língua que nos une.
Claro que o Kledir estava ironizando, pois algumas das expressões usadas são inventadas pelos próprios habitantes destes estados brasileiros para rirem de si mesmos. Também é verdade que os diversos tipos de pronúncia existem, é um país muito grande que sofreu e sofre diversas influências. Mas isto só torna o país mais rico e talvez explique a maneira de ser e de aceitar as diferenças dos outros, que torna o povo brasileiro tão simpático Quanto aos pontapés na língua mãe, quem nunca o fez que atire a primeira pedra. Maria Carvalho
Se o post era uma espécie de “ataque” ao Acordo ortográfico, não resultou, porque obviamente o mesmo não abrange as “tipicas” falas de cada uma das regiões (quem diz brasileiras diz as portuguesas também). Se foi apenas um post para descontrair, foi bem pensado, porque resultou às mil maravilhas =)
G, não sei se o post era ou não uma espécie de ataque ao acordo ortográfico. mas que o acordo ortográfico é uma enormíssima treta, é. Este filme prova que a tal necessidade de uniformizar para nos compreendermos é uma refinada mentira. quaisquer dificuldades de comunicação entre o Brasil e Portugal passam mais pelos “falares regionais” – coisa que, justamente, o acordo não abrange, nem podia – e em algumas idiossincrasias gramaticais que tb . não desfaz, do que pela ortografia. O acordo, para além de do ponto de vista linguístico ser um disparate sem qq cientificidade, ainda veio complicar – palavras que eram iguais passaram a ser diferentes. O acordo serviu para vender dicionários. ponto.
esse aí provavelmente nunca veio em Floripa, moro em Floripa a vida toda e nunca ouvi nenhumas das expressoes que ele usou… se aionda falasse olhólhó tax talo é… mófas com a pomba na balaia e etc…
Isso é cultura popular, meu…!
No Alentejo, nas ilhas da Madeira e Açores não é muito diferente. Ao norte de Portugal, falam mirandês. Você entende?
Está mesmo a falar a sério?
Claro que não! Escrevi rindo…
Bem me parecia…
Tirou-me a pergunta do teclado, José.
Olha, olha: mirandês abrasileirado…
Português do mundo, Sampy.
12 anos que vivi em floripa e posso dizer que nunca ouvi nenhuma dessas expressões.
Lá desenterraram de algum túmulo
Flávio
Flávio, se em Floripa já não usam, é pena. Porque são uma delícia!
Exactamente, Ana Cristina.
E não usam outras, igualmente deliciosas, Flávio?
Triste, triste, é assistir ao filme ‘Estômago’ em Amsterdão, legendado em inglês, e ser o único da sala a rir do princípio ao fim. Na cidade em questão toda a sala pensou que vinha directo de uma coffee shop… errado, a explicação era mesmo os imensos e contínuos golpes de rins, que os nossos irmãos brasileiros conseguem dar na língua que nos une.
Uma riquez linguística fantástica, Paulo.
Claro que o Kledir estava ironizando, pois algumas das expressões usadas são inventadas pelos próprios habitantes destes estados brasileiros para rirem de si mesmos.
Também é verdade que os diversos tipos de pronúncia existem, é um país muito grande que sofreu e sofre diversas influências. Mas isto só torna o país mais rico e talvez explique a maneira de ser e de aceitar as diferenças dos outros, que torna o povo brasileiro tão simpático
Quanto aos pontapés na língua mãe, quem nunca o fez que atire a primeira pedra.
Maria Carvalho
Exactamente, Maria. Da mesma maneira que as diferentes ortografias enriquecem a língua e os diversos países que a usam.
Se o post era uma espécie de “ataque” ao Acordo ortográfico, não resultou, porque obviamente o mesmo não abrange as “tipicas” falas de cada uma das regiões (quem diz brasileiras diz as portuguesas também).
Se foi apenas um post para descontrair, foi bem pensado, porque resultou às mil maravilhas =)
O objectivo é destacar a riqueza da diversidade, G.. E é essa que torna o vídeo tão adequado para descontrair.
G, não sei se o post era ou não uma espécie de ataque ao acordo ortográfico. mas que o acordo ortográfico é uma enormíssima treta, é. Este filme prova que a tal necessidade de uniformizar para nos compreendermos é uma refinada mentira. quaisquer dificuldades de comunicação entre o Brasil e Portugal passam mais pelos “falares regionais” – coisa que, justamente, o acordo não abrange, nem podia – e em algumas idiossincrasias gramaticais que tb . não desfaz, do que pela ortografia. O acordo, para além de do ponto de vista linguístico ser um disparate sem qq cientificidade, ainda veio complicar – palavras que eram iguais passaram a ser diferentes. O acordo serviu para vender dicionários. ponto.
Nem mais, Ana Cristina.
E quero importar as expressões “crocodilinho de parede” e “avião de rosca”. Fiquei fã.
esse aí provavelmente nunca veio em Floripa, moro em Floripa a vida toda e nunca ouvi nenhumas das expressoes que ele usou… se aionda falasse olhólhó tax talo é… mófas com a pomba na balaia e etc…
Essas também parecem boas, Marcos. O que querem dizer?
”olhólhó” é uma expressaõ de expanto, ”mófas com a pomba na balaia” quer dizer que voce vai esperar muito, talvez a vida toda…
Excelente, Marcos. Obrigado pelo seu contributo.