Que pena: um belíssimo ritmo latino desperdiçado numa letra tão misógina. Mas está bem: ritmo latino e misoginia talvez sejam sinónimos. Nada é perfeito. E bom mesmo é o ritmo. Boa escolha.
Não ligues, coisas atávicas. «Existia uma terra de cavalheiros e campos de algodão chamada “O Velho Sul”. Neste mundo bonito, galanteria era a última palavra. Procure-a apenas em livros, pois hoje não é mais que um sonho» Assim começa a coisa, Pedro. Gone with the wind.
Gosto. Do filme. O livro, nunca o li.
Nem eu… Pontas soltas. Grande poder de síntese o teu 🙂
Estou com a Laura: o ritmo é irresistível, mas não há dúvida de que o “cantante” é machin mesmo!
Que pena: um belíssimo ritmo latino desperdiçado numa letra tão misógina. Mas está bem: ritmo latino e misoginia talvez sejam sinónimos. Nada é perfeito. E bom mesmo é o ritmo. Boa escolha.
Lamento, Laura. Mas é como dizes: ritmo latino e misoginia andam muito de braço dado. No tango e não só.
Uma pena 😉 Às vezes põem-lhe um invólucro irresistível, como aqui
https://delito.brucke-multimedia.com/images/2011/1dhB52Zvi3piLv6ZbZGg.jpg
Hum…
Não ligues, coisas atávicas. «Existia uma terra de cavalheiros e campos de algodão chamada “O Velho Sul”. Neste mundo bonito, galanteria era a última palavra. Procure-a apenas em livros, pois hoje não é mais que um sonho» Assim começa a coisa, Pedro. Gone with the wind.
Gosto. Do filme. O livro, nunca o li.
Nem eu… Pontas soltas. Grande poder de síntese o teu 🙂
Estou com a Laura: o ritmo é irresistível, mas não há dúvida de que o “cantante” é machin mesmo!
Para compensar, Ana, em breve surgirá aqui um ‘Feminin’.