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Pedro Correia,

Nenhum lugar. Da Eugénia de Vasconcellos, no É tudo gente morta.

Ainda está à minha espera. Do Pedro Mexia, na Lei Seca.

Está tudo bem. Keep shopping. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.

País sem luz. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.

O século de Camões. Do Manuel S. Fonseca, no É tudo gente morta.

Irritações. De Maria do Rosário Pedreira, no Horas Extraordinárias.

Ondas. Do Sérgio Lavos, no Auto-retrato. 

A árvore da vida – III – O sagrado e o profano. De Domingos Farinho, na Jugular.

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