Conseguem imaginar quantas vezes por mês atendo o telefone para ouvir um bolso cheio de chaves, uma carteira de senhora a abarrotar ou até, com sorte, conversas alheias? Se acham que a coisa não vai às dezenas é porque não têm um nome começado por A seguido de D.
Modo de vida (7)
Adolfo Mesquita Nunes,

Tenho um amigo chamado Abel. Está pior que o Adolfo 🙂
é perguntar ao abel se não passa a vida a receber chamadas de telemoveis desbloqueados 🙂 é um inferno, mesmo!
Passa a vida, passa. E muitas eram minhas 🙂
Resolvi o problema criando um nome falso para início da agenda, é o aaaaaab. O número associado a este contacto é falso. Foi remédio santo.
Por outro lado, quando o telemóvel está nas mãos duma criança pequena, o resultado pode ser o mesmo. Passo a vida a receber mensagens do meu sobrinho mais novo, a partir do telemóvel da minha mãe. A criança tem 1 ano e pouco. É um precoce 🙂
Ainda bem que não me chamo Abel, então!
Chama-se a isso: Malas de senhora
como o compreendo… tenho um número (fixo!) que todos registam com o nome da casa, em má hora começada por Ab… Quando chego, o voice mail é uma festa!
como o compreendo… tenho um número (fixo!) que todos registam com o nome da casa, em má hora começada por Ab… Quando chego, o voice mail é uma festa!
AD? Isto é uma mensagem política subliminar, não é?
Agora a sério: nunca tinha pensado nisso. Talvez porque o meu nome começa por J. Ou talvez porque quase ninguém se dá ao trabalho de gravar o meu número.