Balancete (2).


vidabreve,

 

Sócrates saiu no melhor momento — para Sócrates, evidentemente. Até um menino da Crinabel conseguiria perceber, e eu próprio o escrevi sem excessivo brilhantismo, que o primeiro-ministro devia ser forçado a mastigar umas côdeas antes de roer a corda. Nada feito. O PSD, empunhando bandeirinhas e autocolantes, resistiu, como resiste sempre, a todas as formas rudimentares de abstracção. Suponho que há alguma justiça cósmica nesta ópera bufa: matam-se dois coelhos até ao Natal. É para o lado que durmo melhor.

 

4 comentários em “Balancete (2).”

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