Não precisará de muito para ser menos ignorante que você. Não sei se sabe mas vão pessoas às casas das pessoas…. e essas pessoas servem para alguma coisa… chega ou quer um desenho?
E, já agora, o caríssimo inteligente poderá constata que o inquérito foi feito para ser preenchido pessoalmente pelos destinatários, o que, sendo expedito como é, poderá constatar no ponto 20 do link que aqui lhe deixo:
Ora, mas afinal qual é o objectivo dos Censos? Seremos todos pessoas capazes, presumo, no sentido jurídico da acepção, para responder a esta questão… Habitabilidade? Alojamento? Sem Abrigo? Condições de vida? Não é necessário saber ler e escrever para se responder a estas questões. Aqueles fulanos do INE lá se lembraram de usar a figura do recenseador, que têm pelo menos de saber ler e escrever. E já agora, falar, para perguntar: “Consegue preencher ou precisa de ajuda?” Vá lá, óh vá lá… Detenham-se com questões relevantes e não caiam na tentação de “em tudo maldizer”… Abraço
Compreendo a sua questão, Rui. São vários anos de experiência em censos e gostaríamos que os formulários fossem cada vez melhores. No entanto estas “imperfeições”, que terão que ser acompanhadas caso a caso, não deverão pôr em causa esta tarefa que é importantíssima para nos conhecermos e cujos resultados são a base de muitas tomadas de decisão posteriores.
É possível. Tem 50% de hipóteses.
É verdade, Álvaro. Já eu, com a minha sorte, falhava de certeza.
Não precisará de muito para ser menos ignorante que você.
Não sei se sabe mas vão pessoas às casas das pessoas…. e essas pessoas servem para alguma coisa… chega ou quer um desenho?
Pois, meu caro iluminado. Mas, nesse caso, não faz sentido chegar a essa conclusão apenas à pergunta 14.
E, já agora, o caríssimo inteligente poderá constata que o inquérito foi feito para ser preenchido pessoalmente pelos destinatários, o que, sendo expedito como é, poderá constatar no ponto 20 do link que aqui lhe deixo:
http://censos.ine.pt/xportal/xmain?x pid=CENSOS&xpgid=ine_faqs_censos2011
*constatar
*ponto 18
Meu caro, de idiotices está o Regime cheio. Naturalmente isto é para preencher delegadamente, penso eu.
Concordo, Rex. Mas, tal como já disse ali em cima, a questão deveria ser colocada no princípio do questionário.
É fechar os olhos, pôr uma cruz e rezar…
Pois, mas rezar não é na pergunta 14. Também há uma específica sobre religião.
Se acredita em Deus e já aprendeu a salve-rainha, marque 1.
Se nem o pai-nosso sabe de cor, marque 2.
Que não é obrigatória…
Ora, mas afinal qual é o objectivo dos Censos?
Seremos todos pessoas capazes, presumo, no sentido jurídico da acepção, para responder a esta questão…
Habitabilidade? Alojamento? Sem Abrigo? Condições de vida? Não é necessário saber ler e escrever para se responder a estas questões.
Aqueles fulanos do INE lá se lembraram de usar a figura do recenseador, que têm pelo menos de saber ler e escrever. E já agora, falar, para perguntar: “Consegue preencher ou precisa de ajuda?”
Vá lá, óh vá lá…
Detenham-se com questões relevantes e não caiam na tentação de “em tudo maldizer”…
Abraço
Sim, sim, Pedro. E existirá algum prémio para os abrantes que comentam mais de 3 posts por blogue?
Prémio?
Desconheço…
Há sempre alguém que leu mais que as cantigas de escárnio e maldizer.
Continuo a apreciar.
Compreendo a sua questão, Rui. São vários anos de experiência em censos e gostaríamos que os formulários fossem cada vez melhores. No entanto estas “imperfeições”, que terão que ser acompanhadas caso a caso, não deverão pôr em causa esta tarefa que é importantíssima para nos conhecermos e cujos resultados são a base de muitas tomadas de decisão posteriores.
Sem dúvida, Analima. Concordo sem reservas.