Faria de Oliveira está muito agastado por ter vindo a público a notícia da negociata que a CGD fez com Manuel Fino porque, afirma, foi um bom negócio. Compreendo perfeitamente a indignação de FO. As pessoas modestas não gostam de ver divulgadas as suas acções de benemerência.
Discursos da treta
imagenscomhistoria,

Ah!Ah!Ah! Nem mais!
Malditos jornalistas! Ou, será mais uma “campanha negra”?
Quiçá uma cabala…
“O caso roça o inacreditável no acordo entre a Caixa e Manuel Fino, revelado por este jornal na segunda-feira: o empresário entregou quase 10% da Cimpor à Caixa, mas as cláusulas leoninas foram a seu favor. A Caixa pagou mais 25% do que as acções valem; não pode vender as acções durante três anos; e Fino pode recomprar as acções, o que significa que foi a Caixa que ficou com o risco: se as acções desvalorizarem, perde; se valorizarem, Fino pode recomprá-las e ficar com o lucro. Não há dúvidas de que Manuel Fino fez um óptimo negócio e de que zelou pelos seus interesses. Assim como a Caixa – zelou pelos interesses de Manuel Fino.”
Pedro Santos Guerreiro no Jornal Negócios