O ministro da penúria revelou finalmente o orçamento ao País. Com um dia de atraso, face ao prazo limite, em violação da lei do enquadramento orçamental.
Novidades?
Além de tudo quanto já sabíamos, mais estas:
– Ministério da Saúde lidera cortes na despesa para 2011 com decréscimo de 12,8%
– Educação com menos 800 milhões de euros
– Negócios Estrangeiros perdem 33 milhões
– Transferências para a Administração Local sofrem corte de 5,7%
– Aumento em 25% das taxas do Cartão de Cidadão
– Redução dos passes sociais para estudantes
– Fim da isenção de portagem na ponte 25 de Abril em Agosto
– Aumento da receita fiscal não chega para pagar metade dos juros

Recuo do (des) Governo, na inclusão da renda de casa dos magistrados, nos rendimentos sujeitos a taxa.
Bingo.
Avante camaradas.
Nem outra coisa seria de esperar destes amantes do ‘estado social’.
Está a cortar nas chamadas despesas sumptuárias – sáude, educação.
Concordo.
Há que poupar para continuar a recrutar ‘boys’ para as empresas públicas (vide acusações do deputado V. Baptista, do PS, ao seu camarada André F, chefe do gabinete do PM).
só essas!!?? nem 1/5 dos cortes necessários ainda foi feito…
o Estado ainda vai ter que despedir dezenas e dezenas de milhar de funcionarios publicos
acabar com o subsideo de férias e baixar ainda mais os ordenados dos funcionários publicos
…
P.S.- O corte de apenas 5,7% das transferências para a Administração Local é escandaloso…deveria ser da ordem dos 10%…
E deviam lançar um imposto especial para chatos.
Num café, com a televisão ligada em canal que transmitia a conferência de imprensa de Teixeira dos Santos, o Luís (6 anos) perguntou: ó Pai, porque é que o “Menistro” não gosta de nós?
Miúdo mais sábio que muitos vultos com assento no Conselho de Ministro.
Dissimulação bipolar…
Com esse quadro recessivo
que muitos intentam esconder,
o desastre é ostensivo
deste regime a propender.
Dessa dissimulação bipolar
de um orçamento farfalhado
fica o risível esfarelar
deste desgoverno pandilhado.
Sem saber tão pouco lidar
com este impasse actual,
há quem só sabe consolidar
uma valentia virtual…
Epílogo
Numa deriva prolongada
após décadas poeirentas,
esta nação é fustigada
por políticas fedorentas.
“desgoverno pandilhado”. Tal qual.