“Eu penso que os políticos são como os vinhos. Não sabemos porquê. Há boas épocas em que o vinho é esplêndido e outras épocas em que o vinho não presta. Nesta altura nós temos políticos que não prestam.”
Mário Soares
E que zurrapas que por aí andam.
“Eu penso que os políticos são como os vinhos. Não sabemos porquê. Há boas épocas em que o vinho é esplêndido e outras épocas em que o vinho não presta. Nesta altura nós temos políticos que não prestam.”
Mário Soares
E que zurrapas que por aí andam.
Lá no Alentejo chamamos-lhe “carrascão”. Mas este de que fala Soares é do pior: nem para “sangria académica” serve.
E o próprio Soares, convém dizer, não tem envelhecido como um bom vinho…
Sim, também uso carrascão mas, na hierarquia, zurrapa (fui confirmar a grafia) é abaixo, uma mistela intragável 🙂
Não, não tem, mas desta vez tem razão, João.
Soares tem razão, sim, mas o que ele disse, no fundo, é uma versão “de Baco” da famosa metáfora da boa moeda e da má moeda, de Cavaco. Que faz todo o sentido, aliás, em época de vindimas..!
Estamos na fase da zurrapa. Como diz o João Campos, com muita graça, nem para “sangria académica” serve.